Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Google-Translate-Portuguese to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese




ONLINE
1





Partilhe este Site...

 

 

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO

 

 

 

 Visite Ponta Grossa

 Logomarca Bonito HI Hostel - Albergue da Juventude

 

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

ENSINAR EXIGE COMPROMETIMENTO

 

Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não ser neutra, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de decisão. Decisão. Ruptura. Exigem de mim que escolha entre isto e aquilo. Não posso ser professor a favor de quem quer que seja e a favor de não importa o quê. Não posso se professor a favor simplesmente do Homem ou da Humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa. Sou professor a favor da decência contra o despudor, a favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou de esquerda. Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais. Sou professor contra a ordem capitalista vigente que inventou esta aberração: a miséria na fartura. Sou professor a favor da esperança que me anima apesar de tudo. Sou professor contra o desengano que me consome e imobiliza. Sou professor a favor da boniteza da minha própria prática, boniteza que dela some se não cuido do saber que devo ensinar, se não brigo por este saber, se não luto pelas condições materiais necessárias sem as quais meu corpo, descuidado, corre o risco de se amofinar e de já não ser o testemunho que deve ser de lutador pertinaz, que cansa mas não desiste. Boniteza que se esvai de minha prática se, cheio de mim mesmo, arrogante e desdenhoso dos alunos, não canso de me admirar.

            Assim como não posso ser professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina não posso, por outro lado, reduzir minha prática docente ao puro ensino daqueles conteúdos. Esse é um momento apenas de minha atividade pedagógica. Tão importante quanto ele, o ensino dos conteúdos, é o meu testemunho ético ao ensina-los. É o respeito jamais negado ao educando, a seu saber de “experiência feito” que busco superar com ele. Tão importante quanto o ensino dos conteúdos é a minha coerência na classe. A coerência entre o que digo, o que escrevo e o que faço.

(Paulo Freire)

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL!

 

 

  

Convocamos toda a Comunidade Escolar a nos apoiar neste ato de exercício da cidadania que é a manifestação pacífica em defesa da ESCOLA PÚBLICA DO PARANÁ. Nós funcionários públicos somos o ESTADO DO PARANÁ e não governo. Governo muda-se, nós ficamos. Estamos sendo desrespeitados sistematicamente durante a história recente deste país, mas neste governo o desprezo ao ENSINO PÚBLICO é inadmissível. ESCOLA PÚBLICA NÃO É FÁBRICA, NÃO É EMPRESA, NÃO É MERCADO e sim um espaço de construção de conhecimento e de contribuição para a formação da pessoa, do aluno e por fim do cidadão crítico capaz de intervir coletivamente em benefício do bem público.

 

 

CONFORME DECISÃO NA ASSEMBLEIA GERAL DO SINDICATOS DOS PROFESSORES DO ESTADO DO PARANÁ, OCORRIDA NO DIA 04/03/2015 A GREVE GERAL CONTINUA POR TEMPO INDETERMINADO.

 

 

Assembleia Geral dos Professores do Estado do Paraná realizado no Estádio do Paraná Clube.

 

Assembleia Geral dos Professores do Estado do Paraná realizado no Estádio do Paraná Clube.

 

NOSSA GREVE É DE RESISTÊNCIA! Não aceitamos o desmonte nas condições de trabalho, no funcionamento das escolas e da previdência do(a) servidor(a) público(a).

RESISTÊNCIA EM RELAÇÃO ÀS ATITUDES DO GOVERNO:
1- NÃO aceitamos o fechamento das negociações.
O governo anunciou que chegou ao esgotamento das negociações e enviou para a APP-Sindicato um documento escrito e assinado por seus interlocutores Eduardo Sciarra, chefe da Casa Civil, e Fernando Xavier, secretário da Educação.

2 - A greve continua. O governo está convocando os(a)s trabalhadores(a)s da Educação e os estudantes para voltarem às escolas na segunda-feira (02/03).

Não voltaremos às escolas sem que haja a efetivação dos encaminhamentos das negociações, garantindo a normalização das condições de trabalho nas escolas.

Após análise do texto do governo com as propostas já apresentadas, foram tomados os seguintes encaminhamentos:
1 -
Sobre a retomada da organização das escolas, é necessário que o governo apresente imediatamente um calendário de cada item da pauta:

1.1 - Abertura das matrículas para a comunidade escolar, inclusive da Educação Profissional, respeitadas as Resoluções 4527/11 e 001/14.

1.2 - Abertura da demanda dos projetos educacionais para reorganização da escola.

1.3 - Efetivação do Porte das escolas (demanda organizativa) conforme a Resolução 4008/14 e seus ajustes, critérios de dezembro de 2014, após restabelecidos os projetos educacionais e matrículas.

1.4 - Nomeação de todos(a)s os(a)s concursados(a)s antes da distribuição de aulas.

1.5 - Calendário de nova distribuição de aulas, em função do efeito cascata que resultará do atendimento das demandas acima destacadas.

1.6 - Necessidade de dias organizativos na escola para retorno das aulas a partir da distribuição de aulas.

2 - Pagamento das parcelas especiais do Fundo Rotativo: definição de prazo para pagamento das parcelas.

3 - Reivindicamos a antecipação da implantação dos pagamentos e proposta do pagamento dos atrasados das promoções e progressões.

4 - PDE: garantia do PDE 2015 em agosto e retomada das turmas do PDE de 2013 e 2014. Valorização do PDE junto as Universidades Públicas. Pagamento das bolsas para estudantes e professores.

5 - Retomada das licenças especiais.

6 - Paranaprevidência: defesa intransigente dos direitos previdenciários de todos(a)s os(as) servidores(a)s públicos(as) do Estado. A previdência é um patrimônio dos(a)s servidores(a)s que sempre contribuíram com a sua parcela de recursos descontada mensalmente dos salários.

- Vários governos deixaram de aplicar a sua parte no sistema previdenciário ao longo dos anos.

- Não aceitaremos nenhum projeto que retire direitos previdenciários e recursos do Fundo Previdenciário.
- O Comando também definiu que a APP-Sindicato, como integrante do Fórum das Entidades Sindicais (FES), concorda com as mesmas propostas defendidas pelos(as) servidores(as) públicos(as) representados(as) pelo FES para a previdência.

CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA ESTADUAL DA CATEGORIA

Diante do quadro apresentado, o Comando de Greve Estadual decidiu convocar Assembleia Estadual para o dia 04/03/2015, às 9h, em Curitiba.

Importante: somente a Assembleia pode avaliar as propostas apresentadas pelo governo. Portanto é importante que ela ocorra. É um momento de avaliação da categoria. Não significa o encerramento da Greve.

Avaliação do Comando de Greve: entendemos que todas essas medidas são necessárias, pois há uma desconfiança total em relação ao cumprimento das mesmas. Em outros momentos o Governo rompeu com os compromissos assumidos.

Apoio da Comunidade: reiteramos e agradecemos o apoio da comunidade em geral. Estamos lutando para que seu filho e sua filha e você tenham uma Educação de qualidade. Nosso muito obrigado!

 

Curitiba, 26 de fevereiro de 2015
COMANDO DE GREVE ESTADUAL

 

 

 

Não é piada! Já tivemos deputado que gastou R$ 1.000.000,00 num mês com verbas de gabinete!

 

 

 

  

Compartilho o excelente texto do Professor Robson Laverdi sobre o atual movimento grevista no Estado do Paraná.

 

Professorando a própria angústia


Não posso falar por todos os professores, mas posso falar como professor. Ainda que fale a partir de meu próprio ponto de vista, com certeza a fala é modulada por um sentimento transversal que vem de toda uma formação ricamente constituída nas últimas décadas.
Em tempos de desespero e angústia, tal como nos empurra o típico governo PSDB de Beto Richa, somos convidados a entender o caos de um ponto de vista importante, que é a crise financeira do estado, a busca de uma economia de estado mínimo que agride o funcionalismo público com a devoração de seus direitos. Esse papo todo é muito importante pois ele politiza nossa ação e organiza nosso enredo político; além é claro de nos fazer mobilizados, organizados, solidarizados.
Mas isso não é tudo. Quero convidá-los a pensar uma outra ordem de coisas que recheiam os valores e sentimentos dos professores que estão na luta hoje no estado do Paraná. Todo o economês do mundo, por mais que seja explicadinho, passo a passo, não mobiliza por si só os trabalhadores da educação. Há uma estrutura de sentimentos que enriquece a atual radicalidade dos professores. Vamos tentar entender!
Enquanto o desgoverno Richa, de modo nefasto, distribui benesses para agentes do estado comprometidos com sua desgovernança, professores de todos os níveis de ensino são aviltados com a perda de direitos ligados fundamentalmente ao pertencimento a uma carreira, a um lugar social de existir.
Explico! Se para o governo a educação é mercadoria, ou simplesmente vagas em escola e/ou em universidade.Ou no pior dos casos, como acontece agora no Paraná, onde até isso é ameaçado, para os profissionais da educação, trata-se de um sentido de participação na construção de um mundo melhor, cidadão. Em palavras mais simples, educação é, para um corpo significativamente expressivo de profissionais, um sentido de transformação. É claro que não vivemos sem salários e renda, mas isso não é tudo na conformação do fazer professoral. Nós professores somos formados numa estrutura de sentimentos de melhora do mundo, de combate à desigualdade cultural, social e econômica, de formação de agentes sociais comprometidos com sua realidade, de psicanalista de alunos de vez em quando, de contribuir na valorização da vida e da partilha dos bens culturais da humanidade presente em todas as áreas de conhecimento, enfim, de ajudar a transformar o mundo para melhor.
Neste processo de escárnio que o atual governo nos põe, não estamos sendo apenas aviltados na ameaça de nossa vida material, estamos sendo surrados em nossa cultura de transformação da sociedade. A angústia que nos sobe à alma, não se encerra em nossa existência, vai piorar o mundo, a negar a utopia que nutre a vida de pertencimento ao corpo cultural da humanidade, empobrecer a natureza criativa do fazer artístico, empobrecer o sentido da política, fazer excluir, deixar milhões nas margens da violência sempre crescente que assola o campo e as cidades.
A sociedade precisa saber que opção do governo Beto Richa enquadra a vida social em sua concepção de estado mínimo. Não se trata apenas de moldar o estado nos limites orçamentários, que sabemos se constituir pura e simplesmente numa degradante opção política. Trata-se de arruinar toda uma cultura de transformação, de modulação de sonhos e expectativas, constituídas por esforços de gerações. Não teremos apenas um estado quebrado financeiramente, teremos também uma terra de violência ampliada, de gente que pode facilmente se entregar à natureza frágil do vazio de pertencimento, hoje gerado por um governo sem compromisso com seu povo e seu futuro.
Os professores não estão na rua para ampliar salários. Está na rua lutando para preservar e ampliar sua estrutura de sentimentos em busca de uma sociedade de paz, de cidadania, de pertencimento a um mundo melhor. Esta estrutura de sentimentos está seriamente ameaçada no Paraná, e uma vez destruída, certamente perderemos não apenas o coração dedicado de professores, mas gerações de valores que se esvaem no esgoto mórbido dos interesses financeiros de uns pouco afortunados, que desconhecem o valor da solidariedade.
Ser professor não é apenas uma profissão, é um ofício, um lugar marcado no pertencimento social que hoje se joga fora por um governo que não se compromete com o povo e com as consequências de seus atos.
Esta luta não é apenas de professores e servidores públicos. É, com certeza, de toda a sociedade. Ao extirpar a estrutura de sentimentos de professores o governo Beto Richa anuncia a barbárie para toda a sociedade. Eis o desafio que se impõe, de continuarmos na luta e fazer que esta estrutura de sentimentos ocupe os valores de toda uma sociedade.
Mobilize-se conosco!

 

(Professor Robson Laverdi)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

JORNAL DA MANHÃ - 25/02/2015

 

Operação do aterro da PGA foi suspensa por órgão federal

 

 

                         Ibama suspende atividades do aterro da PGA                                            

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) interrompeu as atividades do Complexo Eco Ambiental, de propriedade da Ponta Grossa Ambiental (PGA). Desde janeiro, o aterro recebia resíduos sólidos das cidades de Carambeí e Palmeira. A suspensão do funcionamento da unidade foi confirmada pelo próprio diretor da PGA, Marcus Borsato. A informação foi repercutida pelo vereador Aguinel Batista (PCdoB), durante a sessão desta quarta-feira na Câmara Municipal.

 

 

 

 

No dia 11/02/2015 o Fórum das Águas dos Campos Gerais realizou uma coletiva com a imprensa em geral para apresentar os motivos pelos quais nos posicionamos contra o local do aterro que está sendo implantado pela concessionária da coleta de resíduos sólidos urbanos de Ponta Grossa. O Professor Carlos Hugo didaticamente explanou os impactos ambientais possíveis que  este empreendimento pode ocasionar no aquífero furnas e na bacia do Rio Verde. Também apresentou possíveis áreas para implantação de um aterro sanitário em áreas geologicamente favoráveis para tais fins. Quinta-feira realizaremos um ato público com concentração na Praça Barão de Guaraúna (Igreja dos Polacos) à partir das 13:00 h. Todos estão convidad@s! PARTICIPEM, POIS A ÁGUA É UM PATRIMÔNIO DE TOD@S!

 

 

 

 

 

ATIVIDADES REALIZADAS NO ATO PÚBLICO PELA PRESERVAÇÃO DA ÁGUA - DIA 12/02/2015

 

 

            A concentração iniciou-se às 13 horas e o movimento teve seu início oficial próximo às 13:40 em frente à Igreja dos Polacos e seguiu pacificamente até a frente da Câmara Municipal de Ponta Grossa com o apoio da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte - AMTT, seguindo depois até a Prefeitura Municipal. Cerca de 250 pessoas participaram do ato, sendo que estavam representadas mais de 40 entidades. Avaliamos que o ato foi exitoso e que conseguimos cumprir com os objetivos hora propostos, percebendo que a comunidade como um todo aderiu ao movimento e às ideias do Fórum das Águas dos Campos Gerais, se posicionando em favor à proteção da água e contra a operação do Complexo Eco Ambiental Ponta Grossa - CEAPG. O ato apontou os 22 problemas do referido complexo, sendo eles:

 

1 - Situado sobre a área de recarga do Aquífero Furnas, as águas que ali se infiltram no solo ali se dirigem aos poços profundos da cidade e distrito industrial;

2 - Em pelo menos 30 pontos da área o lençol freático aflora, variando nos períodos de chuva e estiagem;

3 – Registra-se, na citada área geográfica, ocorrência de diversos corpos d’água a distâncias inferiores ao estabelecido na Resolução CEMA nº 94/2014, na Resolução SEMA nº 31/1998, na Portaria Ministerial nº 124/1980 e nas Normas da ABNT NBR 8.419/1992 e NBR 13.896/1997;

4 - Ocorrência de diversos campos úmidos a distâncias inferiores ao estabelecido na Resolução Conjunta IBAMA/SEMA/IAP nº 005/2008;

5 - Situa-se em área de proteção de mananciais segundo o Plano Diretor;

6 – Da forma como opera, e foi autorizado, tal empreendimento contraria as Resoluções CNRH 22/2002, 48/2005 e 92/2008, que prescrevem diretrizes para proteção de aquíferos e suas áreas de recarga;

7 - Mais de 90% da área do empreendimento licenciada pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP é considerada legalmente de preservação;

8 – Registra-se alta declividade do terreno onde está sendo instalado o empreendimento;

9 - Os ventos predominantes na área sopram de NE para SW (sentido centro urbano de Ponta Grossa);

10- Está a 5 km do Hospital Regional, porém os ventos sopram do aterro em direção ao hospital, que trata cotidianamente de problemas de saúde pública da população;

11 - Está situado sobre um tipo de rocha bastante permeável;

12 - Presença de diversas falhas, fendas e lineamentos na área;

13 - Presença de depressões no terreno (indicando presença de cavidades subterrâneas);

14 - Solo raso e arenoso;

15 - Situado a 200 metros do Rio Verde;

16 - Localizado dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana;

17 - Situado nas proximidades do Parque Nacional dos Campos Gerais;

18 - Situado entre as duas principais estradas turísticas de Ponta Grossa (Arichernes Carlos Gobbo - estrada para o Alagados, São Jorge, Capela Santa Bárbara e PR-513 - estrada para o Buraco do Padre, Furnas Gêmeas, Capão da Onça, Cachoeira da Mariquinha, etc);

19 - É limítrofe (faz divisa) com a Fazenda Escola da UEPG;

20 - Com relação ao acesso, está 4 km mais distante do centro urbano do que o aterro Botuquara;

21 - Situado em uma propriedade particular (aterro totalmente privado);

22 – Receberá resíduos de diversas cidades, por décadas e Ponta Grossa será conhecida como a capital do lixo! 

            Juntamente com os vinte e dois problemas do CEAPG, foram apresentadas cinco reivindicações à Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, em especial à Secretaria de Meio Ambiente, destacando-as a seguir: 

- Construção de um aterro público em local adequado, conforme apontam estudos detalhados produzidos por pesquisadores da Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG;

- Cancelamento/cassação  do alvará do Complexo Eco Ambiental Ponta Grossa - CEAPG com base no Plano Diretor Municipal;

- Não deposição do lixo de Ponta Grossa no  CEAPG – assinatura do Termo de Ajuste de Conduta - TAC com o Ministério Público Estadual - MPE;

- Estudos, monitoramento e busca de soluções para o passivo ambiental do Botuquara;

- Apoio via Executivo e Legislativo ao Projeto de Lei nº 444/2014 (em anexo). 

          

            As próximas ações do Fórum das Águas dos Campos Gerais será realizar o Seminário em Defesa das Águas, onde serão debatidos temas que envolvem as características ambientais da área (como geologia, hidrografia, águas subterrâneas, relevo, solos, etc.) e os aspectos legais que garantem a proteção dos elementos naturais presentes na área de recarga do Aquífero Furnas.

 

                       

                                                                                                                               

  

   

  

 

 "Viajar apura os sentidos, abre horizontes, pinta o mundo com novas cores e

desafia os seus limites."

 

O Projeto "Rosa dos Ventos" tem como ponto de saída a cidade de Ponta Grossa, Pr, mas a chegada fica a cargo da direção que tomarmos. Conhecer ou reconhecer o Brasil é o objetivo desta aventura em busca do saber e do conhecimento.

Acompanhe aqui esta jornada!

"O Mundo é um livro, e aqueles que não viajam, lêem apenas uma página".

  

 

 

INÍCIO DA EXPEDIÇÃO

25/12/2014

A PRIMEIRA ETAPA DA EXPEDIÇÃO ENCERROU-SE NO DIA

01/01/2015, MAS, À PARTIR DO DIA 03/01/2015 VAMOS SEGUIR

OUTRO RUMO...AGUARDEM....!

 

 

 

ACOMPANHE NO LINK ABAIXO:

http://profjopa.no.comunidades.net/index.php?pagina=1748777235

 

TÉRMINO DA EXPEDIÇÃO

 

09/01/2015

Podemos considerar que uma viajem, seja ela qual motivo for, se entendida do ponto de vista geográfico, fornece parâmetros consistentes para refletir sobre a paisagem, o lugar, o espaço, a região, o território, a natureza e as pessoas, contribuindo para o entendimento do que é realmente o que chamamos de Brasil.

 

 

 

 

email gif

prof_jpc@hotmail.com

 

 

topo