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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL?



 


 

 

  

Professor Pier explica a diferença entre ALUNO E ESTUDANTE!

 

 

 

 

 

 

 

Conselho Estadual da APP-Sindicato - Rafael Freire fala sobre a

atual conjuntura nacional

 

 

 Teremos um retrocesso civilizatório ou vamos ter capacidade de responder a um avanço civilizatório. É isso que está

em jogo atualmente. (Rafael Freire)

 

 

 

 

QUANTO A POLÊMICA GERADA EM TORNO DO TEMA "PROFESSORES

COMUNISTAS", publicada no Jornal da Manhã em

Ponta Grossa, Pr, o Professor  Leonel Brizolla Monastirsky, respondeu:

 

OS PROFESSORES COMUNISTAS

Por Leonel Brizolla Monastirsky

Existem sim professores com ideologia socialista, marxista nas universidades. Isso ocorre porque existem pessoas com essa ideologia no Brasil e no mundo – e não são poucas. O partido Comunista do Brasil, depois Partido Comunista Brasileiro (fundado em 1922) – o mais antigo do Brasil -, é a prova de que vivemos num país com liberdade partidária e ideológica – a chamada democracia.

              A Universidade, como o próprio nome aponta, é uma instituição que se propõe a compreender tudo e, especialmente nas ciências sociais, a compreender tudo sobre o homem e a sociedade. Assim todas as coisas ligadas ao homem e a sociedade devem ser discutidas de forma ampla, plena, dialética, sem preconceitos. Basta ver os projetos pedagógicos dos cursos de Filosofia, Sociologia, Antropologia, Geografia, História, Artes, Letras, Serviço Social, Ciências Políticas, Comunicação Social, Economia etc.

Ora, se existem esses cursos, se existem pessoas socialistas na sociedade e se existem partidos socialistas no Brasil e no mundo, me parece óbvio e de fácil entendimento que possam existir professores socialistas, marxistas e as discussões sobre isso nas universidades.

Se um aluno têm aulas com um professor socialista, por outro lado têm também com professores de direita. Se há professores dialéticos, há os positivistas, se há os esclarecidos, há os obtusos, se há os esclarecedores, há os enganadores, se há os trabalhadores, há os vagabundos. Ou seja, em qualquer lugar, em qualquer instituição, haverá pessoas de diferentes ideologias, metodologias e comprometimento com o trabalho e com a educação. Não há uma regra de que essas coisas todas fiquem alinhadas a um só perfil - muito menos ideológico. Gente boa e cretino existe em todos os lugares: na família, na política, na igreja, no esporte... nas universidades.

Com relação ao fato de professores socialistas terem materialidades, não se pode esquecer que os professores são trabalhadores que vendem a sua força de trabalho em troca de salário. Pode-se até discutir a alienação do consumo, mas o trabalhador faz o que quer com o seu salário. Se ele escolhe comprar um bem caro, não poderá comprar outras coisas. Assim, as escolhas são de cada um segundo as suas necessidades e suas vontades, ou seja, “viva e deixe viver”. O pensamento socialista preocupa-se com o consumo, mas muito mais com a forma e a distribuição do capital que cada pessoa recebe do total da produção nacional.

Neste sentido, há uma crítica ao modelo de produção capitalista que possui vantagens diante do modelo anterior – Feudalismo –, mas que apresenta negações: o capitalismo produz riqueza e ao mesmo tempo muita pobreza (a pobreza por ela mesma e os desdobramentos que isso provoca: violência, ilegalidade, sofrimento), o capitalismo provoca alienação (da produção, do consumo e da cidadania), o capitalismo provoca gasto excessivo da natureza para produzir supérfluos (o que provoca também aumento da poluição), o capitalismo provoca o enfraquecimento da democracia e o desequilíbrio da justiça.

Bem vindos são os professores comunistas, os professores de direita, os professores de todos os tipos e ideologias. É assim que se faz uma universidade plural, uma nação madura e evoluída. Deixem que os alunos façam as suas escolhas, que desenvolvam o seu poder de conscientização. Anticomunistas, não tenham medo, aquela história de “comer criancinha” era coisa da ditadura militar – eles não tinham outra coisa!!   

Leonel Brizolla Monastirsky é Prof. Dr. do Departamento de Geociências da UEPG

 

 

 

 

 

 

 

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A sociedade que chamamos de competitiva é na verdade exploratória

Por Viviane Mosé

No maior símbolo da competição, a Olimpíada controla variáveis constantes e coloca pessoas competindo em igualdade de competições, partindo de um mesmo princípio. Isso seria competição. 

 

Vivemos um modelo exploratório de cultura mostrando que um deve vencer o outro, independente dos instrumentos que usa. A ideia desfeita na Olimpíada pode ser trabalhada com a categoria da superação.

O verdadeiro objetivo da competição é a superação, sendo maior ou melhor que você mesmo.

Não devemos lutar contra uma sociedade competitiva, muito pelo contrário. Devemos brigar para que ela seja cada vez mais competitiva e critérios fossem estabelecidos para que os mais elaborados e fortes tivessem seu lugar. Essa seria uma sociedade da competição que considera critérios.

A Olimpíada nos trouxe uma nova intensidade. As vitórias nos deram potência. Resta saber que formas de manifestação e como a sociedade brasileira irá se tornar melhor do que é competindo com ela mesma.

Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/viviane-mose/2016/08/23/A-SOCIEDADE-QUE-CHAMAMOS-DE-COMPETITIVA-E-NA-VERDADE-EXPLORATORIA.htm

 

  

 

 

  

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