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ENSINAR EXIGE COMPROMETIMENTO

 

Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não ser neutra, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de decisão. Decisão. Ruptura. Exigem de mim que escolha entre isto e aquilo. Não posso ser professor a favor de quem quer que seja e a favor de não importa o quê. Não posso se professor a favor simplesmente do Homem ou da Humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa. Sou professor a favor da decência contra o despudor, a favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou de esquerda. Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais. Sou professor contra a ordem capitalista vigente que inventou esta aberração: a miséria na fartura. Sou professor a favor da esperança que me anima apesar de tudo. Sou professor contra o desengano que me consome e imobiliza. Sou professor a favor da boniteza da minha própria prática, boniteza que dela some se não cuido do saber que devo ensinar, se não brigo por este saber, se não luto pelas condições materiais necessárias sem as quais meu corpo, descuidado, corre o risco de se amofinar e de já não ser o testemunho que deve ser de lutador pertinaz, que cansa mas não desiste. Boniteza que se esvai de minha prática se, cheio de mim mesmo, arrogante e desdenhoso dos alunos, não canso de me admirar.

            Assim como não posso ser professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina não posso, por outro lado, reduzir minha prática docente ao puro ensino daqueles conteúdos. Esse é um momento apenas de minha atividade pedagógica. Tão importante quanto ele, o ensino dos conteúdos, é o meu testemunho ético ao ensina-los. É o respeito jamais negado ao educando, a seu saber de “experiência feito” que busco superar com ele. Tão importante quanto o ensino dos conteúdos é a minha coerência na classe. A coerência entre o que digo, o que escrevo e o que faço.

(Paulo Freire)

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL!

 

 

Foto de João Paulo Camargo. 

 

 

 

Nós do Fórum de Cultura Permanente (Sigla FCP), indignados(as) com a situação de falta de respeito, trabalho precário e desvalorização dos(as) profissionais da Educação, expressamos o nosso apoio e solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras da rede pública de educação do Estado do Paraná que, em greve, exigem melhores condições de trabalho, continuam na luta contra os atrasos nos vencimentos e combatendo qualquer iniciativa que prejudique o plano de cargos e salários da categoria.

O Governo Estadual insiste em uma política desonesta, tratando a educação como mercadoria, sucateando as escolas e desrespeitando a população ao desvalorizar a educação e seus trabalhadores e trabalhadoras. Os estudos e pesquisas interdisciplinares da saúde mental constatam que há um nexo causal entre saúde mental e condições de trabalho. Condições dignas de trabalho e reconhecimento profissional fortalecem a identidade do trabalhador e trabalhadora, promovendo qualidade de vida, saúde e criatividade. O contrário disso significa adoecimento mental e aviltamento.

Acreditamos que a função que o professor e a professora exerce é fundamental para a construção de uma sociedade justa, igualitária, solidária e não violenta. Portanto, a desvalorização dessa categoria profissional significa, em última instância, a desvalorização do nosso povo e da nossa sociedade. Assim, ao lado de outros movimentos e categorias profissionais que apóiam o movimento dos professores e professoras do Paraná , exigimos uma postura condigna com a educação pública por parte do Governo do Estado.

Os que assinam a Carta:

Tiago Rangel (DJ/ Coletivo Sumpfs)

Eloah Petreca (DRT/ SATED, Membro do Observatório da Cultura e do FCP)

Manoel Neto (membro do CNPC/MINC [2010-2012], Musin/Obs. da Cultura)

Rodrigo Amaral (Membro da CONSEC [2012-2014] Rádio Liga Curitibana)

Márcio Marins (Dom da Terra AfroLGBT/Comissão de Carnaval de Curitiba)

Cláudio Ribeiro (BrasilCultura/Base da Cultura PC do B)

Gleuza Salomon (Ateliê Psicanálise)

Jyudah (Ilustrador/ Peri Produções/Clube do Aro, Setorial de Ilustradores)

Paulo Valente (Músico/Espaço da Voz/Cantos Libere)

Don Joey (Forum Hip Hop/Centro Cultural Humaitá)

Yiuki Doi (Artista da dança, membro do Fórum de Dança de Curitiba)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Aula não ensina, prova não avalia"  

 

Prof. José Pacheco - Escola da Ponte - Portugal

 

Um dos poucos educadores que tem coragem

de falar o que realmente acontece em nossas

escolas espalhadas pelo Brasil.

 

Assista e reflita se tiver coragem!

 

 

 

  

Frei Betto: Para que serve a educação? 

 

O valor da escola se avalia por sua capacidade de inserir educandos e educadores em práticas sociais cooperativas e libertadoras. Por isso é indispensável que ela tenha clareza de seu projeto político pedagógico. Sem essa perspectiva, corre o risco de ficar refém da camisa de força de sua grade curricular

Por Frei Betto, na Adital

Uma educação crítica e cooperativa é capaz de reproduzir as bases materiais e espirituais de uma sociedade baseada na solidariedade.

A educação detém o poder de destronar uma racionalidade dominante para introduzir outra, desde que não seja meramente teórica e se vincule a processos efetivos de produção material da existência.

Não diferimos dos animais por nossa capacidade de pensar, e sim de reproduzir nossos meios de sobrevivência.

Uma educação libertadora é a que almeja conquistar hegemonia por consenso, por práticas efetivas, e não por coerção ideológica. Deve abranger todas as disciplinas escolares, das ciências exatas à educação física, superando relações fundadas na economia de trocas para a economia solidária, baseada na cooperação.

As relações mercantilistas influem nas concepções daqueles que as adotam ou se deixam reger por elas, pois acentuam o individualismo e induzem os educandos a acreditar que o mercado obedece a uma “lei natural”, e que fora dele não há alternativa… É isso que nos leva a, literalmente, torturar a natureza para que ela nos forneça seus frutos o quanto antes.

Há que perguntar: para que serve a educação? Para adaptar os educandos ao status quo? Para transmitir o patrimônio cultural da humanidade como se ele resultasse da ação destemida de heróis e gênios? Para formar mão de obra qualificada ao mercado de trabalho? Para adestrar indivíduos competitivos?

Uma educação crítica e solidária engloba todos os atores da instituição escolar: alunos, professores, funcionários e suas respectivas famílias. E ultrapassa os muros da escola para se vincular participativamente ao bairro, à cidade, ao país e ao mundo.

As portas da escola permanecem abertas a movimentos sociais, atores políticos, artistas, trabalhadores. E a ótica de seu processo pedagógico enfatiza esta verdade que a lógica mercantilista tenta encobrir: tanto a evolução da natureza quanto a história da humanidade têm seus fundamentos muito mais centrados na cooperação, na solidariedade, que na seleção natural, na competitividade e na exclusão.

O valor da escola se avalia por sua capacidade de inserir educandos e educadores em práticas sociais cooperativas e libertadoras. Por isso é indispensável que a escola tenha clareza de seu projeto político pedagógico, em torno do qual deve prevalecer o consenso de seus educadores. Sem essa perspectiva, a escola corre o risco de ficar refém da camisa de força de sua grade curricular, como mero aparelho burocrático de reprodução bancária do saber.

Reinventar o futuro é começar por revolucionar a escola, transformando-a em um espaço cooperativo no qual se intercalem a formação intelectual (consciência crítica), científica e artística de protagonistas sociais comprometidos eticamente com os desafios de construir outros mundos possíveis, fundados na partilha dos bens da Terra e dos frutos do trabalho humano.

Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Mário Sérgio Cortella, de “Sobre a esperança” (Papirus), entre outros livros.

Fonte: http://www.revistaforum.com.br/canaldaeducacao/2015/04/04/frei-betto-para-que-serve-educacao/

 

 

 

ATENÇÃO NAÇÕES DO PLANETA MENALTOR DO COLÉGIO MENELEU E DO PLANETA I.E DO

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO. LEIAM A REPORTAGEM ABAIXO.

 

7 das micronações mais bizarras que existem pelo mundo

 

Já pensou se você pudesse criar o seu próprio reino — livre de impostos, taxas, políticos corruptos —, onde você pudesse decretar as suas próprias leis? Pois, de acordo com o site io9, algumas pessoas fizeram isso, criando algumas das micronações mais bizarras e divertidas do mundo. Conheça um pouquinho a respeito de sete delas a seguir:

 

1 – Reino de Elleore

 

 

Coordenadas: 55.6860° N, 12.0610° E

 

O Reino de Elleore foi criado em 1944, depois que um grupo de professores de Copenhagen decidiu comprar uma pequena ilha no fiorde de Roskilde, na Dinamarca. A ideia inicial era transformar o local em um acampamento de verão, mas no final a ilha se tornou uma divertida paródia das tradições reais dinamarquesas e da estrutura do governo do país.

 

 

O reino conta com brasão, moeda — a Leo D’or — e selos próprios, além de ter seu fuso horário, que fica 12 minutos atrás do horário oficial da Dinamarca. Desde a década de 40, Elleore já teve ao menos 6 monarcas, e  outro fato interessante é que na ilha, além do dinamarquês, os súditos também podem se comunicar através da interlíngua, uma língua internacional baseada em um extenso vocabulário comum utilizado por vários idiomas.

 

2 – Principado de Seborga

Coordenadas: 43° 49′ 33.24″ N, 7° 41′ 39.84″ E

 

 

Fundado na Itália por Giorgio Carbone — chefe de uma cooperativa agrária local — em 1963, o principado conta com uma população de pouco mais de 300 habitantes, todos súditos do atual monarca Príncipe Marcello I. Seborga se autoproclama como independente e, desde que foi criado, reivindica seu território.

O principado chegou a ter moeda própria entre os anos de 1994 e 1996 — o luigino —, mas acabou adotando o euro. Além disso, o principado conta com duas ordens de cavaleiros, a Ordem de São Bernardo e a Ordem do Santo Sepulcro, e seus idiomas oficiais são o italiano, o francês e o líguri, um dialeto falado na região da Ligúria.

 

3 – Principado de Sealand

Coordenadas: 51° 53’ 40” N, 1° 28’ 57” E

 

 

O Principado de Sealand ocupa uma antiga base naval construída durante a Segunda Guerra Mundial — a HM Fort Roughs — para guardar o porto de Harwich, localizado em Essex, na Inglaterra. Em 1967, o local foi ocupado pelo “comandante” de uma rádio pirata chamado Paddy Roy Bates e sua família e, oito anos depois, o principado foi estabelecido, com Príncipe Roy como monarca.

Os habitantes de Sealand, que atualmente somam 27 pessoas, afirmam que o local é um Estado soberano independente em vez de uma micronação. Lá, eles contam com uma moeda própria — o dólar de Sealand — e atualmente quem governa o local é o filho de Roy, Príncipe Michael Bates, que assumiu o “trono” após a morte do pai. Por certo, se você sempre sonhou em ser um Lorde, Barão ou Conde, todos esses títulos estão à venda por pequenas pechinchas!

 

4 – Reino de Talossa

Coordenadas: não informadas

 

Criado em 1979, por Robert Madison — que na época tinha 14 anos de idade —, o Reino de Talossa fica localizado em Milwaukee, nos EUA, e conta com idioma oficial (o talossan), PIB estimado em US$ 842,15, moeda própria (a Talossan Louis), legislação, instituições governamentais e afirma que seu território ocupa uma área que se espalha de parte de Milwaukee até uma ilha francesa desabitada, além de uma boa porção da Antártida.

Com uma população atual de 221 indivíduos, o Reino é comandado pelo Rei John I, embora Talossa também conte com um Primeiro Ministro. Em 2004, um grupo de dissidentes deixou o reino e formou a República de Talossa, mas voltaram atrás há cerca de dois anos. Todos os membros são considerados como cidadãos e, historicamente, todos são admitidos através de um processo formal de “imigração”.

 

5 – Império Aericano

Coordenadas: malucas demais para serem listadas aqui

 

 

Este divertido império foi fundado em 1987 pelo canadense Eric Lis e reivindica soberania sobre um vasto território terrestre e intergaláctico que inclui o hemisfério norte de Plutão, uma colônia em Marte, um planeta imaginário, uma ilha localizada no meio de um lago na Nova Zelândia, um quilômetro quadrado na Austrália e uma área com tamanho correspondente a uma casa na cidade de Montreal, no Canadá, onde seria instalada a “Embaixada Para Tudo o Mais”.

 

Em 2009, o Império Aericano contava com 400 membros, mas a “população” decaiu nos últimos anos, somando pouco mais de 230 pessoas em 2013. O imperador permite a formação de partidos políticos e, para se tornar cidadão, basta ser residente na capital do Império, ou seja, no planeta Terra, ou em algum dos territórios do mundo imperial que, neste caso, seria uma das áreas intergalácticas reclamadas pelos aerianos.

 

6 – Celestia

Coordenadas: o território abrange todo o espaço sideral

 

Também conhecida como Nação do Espaço Celestial, esta micronação foi fundada em Evergreen Park, Illinois, por James Thomas Mangan em 1949. O criador de Celestia se manteve ativo durante vários anos, e inclusive enviou notificações ao governo dos Estados Unidos, Reino Unido, à — então — União Soviética e até às Nações Unidas pedindo que todos os testes atmosféricos fossem cancelados, alegando que estavam invadindo seu território.

Em 1959, depois de Mangan publicar um livreto sobre a nação, Celestia — que se apoiava em um sistema híbrido de governo que mesclava características de monarquia e república e propunha a criação de uma moeda própria — contava com pouco mais de 19 mil membros. No entanto, após o falecimento de seu fundador na década de 70, acredita-se que a micronação tenha ido para o espaço...

 

7 – República de Kugelmugel

Coordenadas: 48° 12′ 55″ N, 16° 23′ 44″ E

 

Se você pensou em declarar a sua casa como seu reino, então a República de Kugelmugel pode servir de inspiração para você! Localizada em Viena, na Áustria, a república foi declarada como independente em 1984 e surgiu depois de uma disputa entre o artista Edwin Lipburger e as autoridades austríacas envolvendo a licença para a construção de uma casa com formato esférico.

Atualmente, a República de Kugelmugel conta com apenas um habitante — seu fundador, Lipburger — e se encontra totalmente cercada. Uma anedota interessante ocorreu há alguns anos, quando o “rei” foi condenado à prisão por se recusar a pagar impostos ao governo austríaco e começar a imprimir seus próprios selos. Contudo, o presidente da Áustria perdoou o artista e o deixou em liberdade, e Kugelmugel hoje se transformou em uma atração turística.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/lugares-surpreendentes/45258-7-das-micronacoes-mais-bizarras-que-existem-pelo-mundo.htm

 

 

Neste vídeo o Professor Clóvis Barros Filho apresenta sua visão do que é Estudar! Acompanhe!

 

 

"(...) Porque o processo educativo, não é um processo de busca de felicidade na hora, ali. A educação pressupõe dor, pressupõe desconforto, pressupõe correção de rota, pressupõe advertência, pressupõe né, tá errado..(...)"

"(...) Porque estuda, aperfeiçoar a capacidade intelectiva, pensar com competência, é tão esforçado quanto ter músculos, correr, nadar travessia, exige, exige, exige empenho cara, exige dedicação, exige bunda na cadeira (...)

"(...) Então pega o texto e entenda...(...) o resto é só preguiça e covardia (...) " 

 

 

  

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