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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL?



 

 

Dia 01  iniciamos o JUNHO VERDE! Uma opção pela

sustentabilidade na prática.

COLÉGIO MENELEU, CADA VEZ MENELHOR! 

 

 

 PROBLEMAS AMBIENTAIS

 

  

 

 

 

 

O termo “brexit”, à imagem de uma outra (“grexit”) que escutávamos repetidamente aqui há uns meses em relação à zona Euro, é uma fusão de duas palavras inglesas. Neste caso, “britain”, diminutivo nativo para Grã-Bretanha (ou, para ser mais correto em termos políticos, para Reino Unido), e “exit”, que significa saída. O termo resume e expressa também o risco de uma saída do Reino Unido, mas da União Europeia.

A hipótese parece estar mesmo em cima da mesa. O Reino Unido aderiu à Comunidade Europeia em 1973, mas, suportado na força da libra, sempre se recusou a adotar a moeda única europeia, o euro, nem aceitou integrar o Acordo de Schengen. O reino de sua majestade Rainha Isabel II continua a ser uma força de bloqueio à transferência de parte da soberania para Bruxelas e desde que David Cameron chegou a primeiro-ministro, em 2010, tem crescido o lóbi para recuperar para Westminster algum do poder perdido para os “28.”

Uma boa parte dos britânicos exige um referendo à relação que o país mantém com a União Europeia. Há quem defenda a saída da “comunidade”. Londres tem mantido um braço de ferro com Bruxelas em relação ao tratado orçamental europeu e ameaça vetar o documento. A crise de refugiados e a gestão europeia da mesma não ajudam. Um referendo está anunciado e, em princípio, pode acontecer já em junho, mas esta semana decorre em Bruxelas um Conselho Europeu que pode ser decisivo.

Fonte: http://pt.euronews.com

 

 

 

Escola no modelo “industrial” está com os dias

contados

Modelo “professor fala e alunos escutam” é questionado por especialistas em educação. Educação de qualidade, dizem, foca no aprendizado individual

 

 

Projeto Nave, no Colégio Estadual José Leite Lopes, no Rio de Janeiro: alunos participam ativamente do processo de aprendizagem. | Salvador Scofano/Secretaria de Educação RJ

 

Imagine uma sala de aula. Se vier à mente um espaço em que um professor explica o conteúdo e 30 alunos sentados ouvem sem se mexer, pense de novo. Esse modelo de escola “industrial”, em que uma aula expositiva serve para todos, está com os dias contados. Embora ainda haja resistências tanto de professores, que querem continuar passando da mesma forma um conteúdo para a turma toda, como de pais e alunos, especialistas em educação afirmam que ao pensar em aprendizado, não se pode deixar de considerar as características individuais dos estudantes e a forma como cada um retém o conhecimento.

Essa educação com foco no ‘um a um’ é conhecida por vários nomes, como ensino “caracterizado” ou “personalizado”. O ganho principal da prática é o de levar em conta as etapas de desenvolvimento de cada estudante e, assim, alcançar um melhor desempenho.

“Com a vida mais urbana, a escola seguiu a padronização, funcionando como uma linha de produção. Mas essa escola onde soa uma sirene e todos fazem o mesmo já se mostrou ineficiente há um bom tempo. É impossível que 30, 40 alunos aprendam ao mesmo tempo quando alguém ensina de um jeito só”, explica o psicopedagogo Júlio Furtado, mestre em Educação e doutor em Ciências da Educação. “Nesse cenário, o ensino caracterizado se mostra uma saída interessante para o modelo de escola que se quer ter”.

Historicamente, o professor se viu como detentor do conhecimento, como alguém que tem o saber em sua cabeça e tem de transmitir para a dos alunos, que está vazia. Com a evolução da educação, quem pensa assim pode cair em uma depressão intelectual achando que será rebaixado para um simples orientador, explica Furtado. “Ainda formamos professores no padrão de 50 anos atrás, licenciaturas formam docentes especialistas em conteúdo, não em aprendizado. O professor que entendeu que seu papel é fazer o outro aprender faz aulas coletivas mais raramente, senta mais em pequenos grupos e diz, inclusive, que com isso passou a economizar a voz”, afirma.

Caminho

A primeira tarefa de um professor é buscar conhecer profundamente os alunos de sua turma, saber como agem, onde têm mais facilidade na aprendizagem, se retêm informações melhor ouvindo, visualmente ou interagindo em grupos ou sozinhos. Diante disso, é preciso ir além da aula expositiva, criar métodos ativos que foquem no aluno, de acordo com Josemary Morastoni, coordenadora do curso de Pedagogia da Universidade Positivo. Nesse sentido, o professor precisa estar em constante mudança, buscando novas formas de dar aula e jeitos diferentes de trabalhar com cada aluno. “Nas diretrizes curriculares, nós trabalhamos com a questão do pensar diferente, para que o professor saia do ‘quadradinho’. Diferentemente do ensino tradicional, focar nas possibilidades e não nas dificuldades facilita a aprendizagem do aluno.”

Imagine uma sala de aula. Se vier à mente um espaço em que um professor explica o conteúdo e 30 alunos sentados ouvem sem se mexer, pense de novo. Esse modelo de escola “industrial”, em que uma aula expositiva serve para todos, está com os dias contados. Embora ainda haja resistências tanto de professores, que querem continuar passando da mesma forma um conteúdo para a turma toda, como de pais e alunos, especialistas em educação afirmam que ao pensar em aprendizado, não se pode deixar de considerar as características individuais dos estudantes e a forma como cada um retém o conhecimento.

“Com a vida mais urbana, a escola seguiu a padronização, funcionando como uma linha de produção. Mas essa escola onde soa uma sirene e todos fazem o mesmo já se mostrou ineficiente há um bom tempo. É impossível que 30, 40 alunos aprendam ao mesmo tempo quando alguém ensina de um jeito só”, explica o psicopedagogo Júlio Furtado, mestre em Educação e doutor em Ciências da Educação. “Nesse cenário, o ensino caracterizado se mostra uma saída interessante para o modelo de escola que se quer ter”.

O principal desafio desse modelo é mudar a mentalidade do educador. “Há tempos o professor tem a postura de preparar uma aula e, se os alunos não aprendem o conteúdo, surge uma série de justificativas para culpá-los”, afirma Isabel Parolin, psicopedagoga consultora educacional pela Educação Presente. “O maior obstáculo é alterar o conceito do que seja ensinar e aprender. O professor precisa entender que a boa aula não é aquela em que ele apresenta o conceito, passa atividades e cobrar na prova. A boa aula favorece que aluno pense sobre conteúdo e se aproprie do conhecimento”, diz.

Historicamente, o professor se viu como detentor do conhecimento, como alguém que tem o saber em sua cabeça e tem de transmitir para a dos alunos, que está vazia. Com a evolução da educação, quem pensa assim pode cair em uma depressão intelectual achando que será rebaixado para um simples orientador, explica Furtado. “Ainda formamos professores no padrão de 50 anos atrás, licenciaturas formam docentes especialistas em conteúdo, não em aprendizado. O professor que entendeu que seu papel é fazer o outro aprender faz aulas coletivas mais raramente, senta mais em pequenos grupos e diz, inclusive, que com isso passou a economizar a voz”, afirma.

 

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/escola-no-modelo-industrial-esta-com-os-dias-contados-8uljokjxckfk37sl3p23butzw 

 

 

 

   

 

 

  

 

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