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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


3os ANOS A - B - COLÉGIO OSÓRIO
3os ANOS A - B - COLÉGIO OSÓRIO

 

 

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AS AULA A PARTIR DO DIA 06/04 SERÃO ATRAVÉS DA TV ABERTA CANAL 47.3 RIC RECORD

 

 

 

ATENÇÃO ALUNOS(AS) DO COLÉGIO GENERAL OSÓRIO E COLÉGIO MENELEU

 

ACESSEM O APLICATIVO AULA PARANÁ E

 

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CLASSROOM PARA ACOMPANHAR AS AULAS 

 

DE GEOGRAFIA!

 

 

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Em 1991, o cantor e compositor Caetano Veloso lançava a oportuna canção "Fora da

Ordem". 

 

Fora da Ordem

(Caetano Veloso)

Vapor barato
Um mero serviçal
Do narcotráfico
Foi encontrado na ruína
De uma escola em construção...
Aqui tudo parece
Que era ainda construção
E já é ruína
Tudo é menino, menina
No olho da rua
O asfalto, a ponte, o viaduto
Ganindo prá lua
Nada continua...
E o cano da pistola
Que as crianças mordem
Reflete todas as cores
Da paisagem da cidade
Que é muito mais bonita
E muito mais intensa
Do que no cartão postal...
Alguma coisa
Está fora da ordem
Fora da nova ordem
Mundial... Escuras coxas duras
Tuas duas de acrobata mulata
Tua batata da perna moderna
A trupe intrépida em que fluis...
Te encontro em Sampa
De onde mal se vê
Quem sobe ou desce a rampa
Alguma coisa em nossa transa
É quase luz forte demais
Parece pôr tudo à prova
Parece fogo, parece
Parece paz, parece paz...…

 

A noção de ordem mundial foi anunciada pelo então presidente George Herbert Walker Bush (Bush Pai) em

1991.

 

 

Podemos considera 3 ordens mundial a partir do século XIX:

 

ORDEM MULTIPOLAR

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ORDEM BIPOLAR

 

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ORDEM UNIPOLAR

 

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PARA FIXAÇÃO DO CONTEÚDO ACESSE O SITE: https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-geografia/exercicios-sobre-guerra-fria.htm e resolva as questões.

 

Resultado de imagem para a ordem bipolar da guerra fria

 

CONFERÊNCIA DE POTSDAM

 

 

 

 

 

 

 

 

O QUE FOI O PLANO MARSHALL? 

 

 

AGUARDEM OS PRÓXIMOS CONTEÚDOS!!

 

 

 

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No site https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/os-continentes.htm você vai encontrar informações

sobre cada um dos continentes.

 

Descoberta a Zelândia, um enorme continente

submerso no Pacífico

Território tem 4,9 milhões de quilômetros quadrados e suas áreas visíveis são a Nova Zelândia e a Nova Caledônia

 

Há pouco mais de dez anos, Plutão perdeu seu status de planeta e mudou o que vinha sendo ensinado nas escolas durante décadas. Agora é possível que os livros de ciência tenham de acrescentar mais um continente – quase totalmente submerso nas águas do sudeste do Pacífico – a seus mapas. Somente suas montanhas mais altas, 6% de seu território, aparecem acima do nível do mar: são a Nova Zelândia e a Nova Caledônia. Cientistas do instituto neozelandês GNS Science publicaram a descoberta da Zelândia (ou Zealandia em inglês) na revista da Sociedade Geológica da América (GSA), duas semanas depois de serem encontrados vestígios de outro continente sob o oceano Índico. A Zelândia cobre uma área de 4,9 milhões de quilômetros quadrados que inclui a Nova Zelândia (com uma extensão de 268.280 quilômetros quadrados) e a Nova Caledônia (com 232.000 quilômetros quadrados).

A equipe do GNS Science pesquisa o tema há 20 anos, mas só agora conseguiu comprovar, com dados coletados por satélites, que a Zelândia reúne as condições necessárias para ser classificada como continente: elevação sobre a zona circundante, geologia distintiva, uma área bem definida e uma crosta mais espessa que a do leito oceânico normal. Segundo o estudo, as bordas da crosta continental da Austrália e do “novo” continente chegam a ter uma distância de apenas 25 quilômetros entre si.

Os pesquisadores afirmam que a Zelândia se formou depois da desintegração do supercontinente Gondwana, entre 85 milhões de anos e 30 milhões de anos atrás. “Há 30 milhões de anos, o continente estava em submersão máxima: existem formações calcárias por toda parte. Desde então, a convergência ao longo da fronteira das placas do Pacífico e da Austrália elevou as partes da Zelândia que formaram as ilhas da Nova Zelândia”, explica Nick Mortimer, chefe da pesquisa.

O geólogo defende que a importância da Zelândia vai acrescentar um nome à lista de continentes. “É o menor e mais fino continente já encontrado, e o fato de estar tão submerso, mas não fragmentado o torna útil para explorar a coesão e desintegração da crosta continental”, afirma. Mortimer também explica que a Zelândia proporciona um novo contexto de “uma terra que diminuiu e afundou sob as ondas” para os estudos de biologia evolutiva, que podem explicar as origens da flora e fauna endêmicas da Nova Zelândia e Nova Caledônia.

Segundo o conjunto de dados dos satélites e navios de pesquisa que mapeiam todo o planeta, não existe nenhum outro lugar para ocultar um continente submerso, pelo menos não um tão grande como o encontrado pelos cientistas neozelandeses. “É possível que sejam encontrados microcontinentes, especialmente no oceano Índico, mas não continentes”, escrevem os pesquisadores.

Para a Zelândia ser reconhecido pela comunidade científica não é preciso apelar a nenhum organismo, nem há uma lista oficial dos continentes existentes – alguns geólogos afirmam que são quatro, enquanto outros defendem que são sete –. O trabalho de Mortimer e sua equipe será validado quando outros cientistas começarem a mencioná-lo em suas pesquisas. “Nós gostaríamos que reconhecessem que mostrar essa parte remota do Pacífico com um continente submerso é mais preciso e informativo do ponto de vista geológico dp que o panorama anterior. Gostaríamos de vê-lo no mapa-múndi”, diz o geólogo.

 

Zealandia, nome em inglês com o que se deu a conhecer o continente achado baixo Nova Zelândia (Zelandia, em espanhol).
Zealandia, nome em inglês com o que se deu a conhecer o continente achado baixo Nova Zelândia (Zelandia, em espanhol).EL PAÍS

 

 

 

QUESTÃO DE VESTIBULAR

 

UEPG 2019 - 41– Sobre os países em desenvolvimento no mundo, assinale o que for correto.

01) Estes países também podem ser conhecidos como emergentes, pois não possuem economia completamente desenvolvida.

02) Países do denominado BRICS podem se enquadrar nesta classificação.

04) Os países em desenvolvimento podem apresentar características como déficit em infraestrutura e até falta de investimento próprio em bens de consumo, assim como mão de obra mal paga ou pobreza.

08) A Europa Ocidental é uma região em destaque do mundo em desenvolvimento.  

 

QUESTÃO PSS III - 2019

 

UEPG - PSS - 2019 - 41– Sobre aspectos físicos, humanos e econômicos da Europa, assinale o que for correto.

01) Apesar de ter perdido duas grandes guerras no século XX, a Alemanha é a principal economia deste continente na atualidade.
02) A Islândia é um país europeu que está dividido geologicamente entre a Placa Norte-Americana e a Placa Euroasiática.
04) O Reino Unido é composto por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A Irlanda, também conhecida como Eire, não faz parte do Reino Unido.
08) Mônaco e San Marino são dois microestados independentes na Europa, encravados na França e Itália, respectivamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

Qual Geografia ensinar neste novo século?

 

A escola do século 21 começa a se mostrar bastante diferente daquela do século 20. Uma escola voltada para desenvolver competências, inteligências múltiplas, habilidades e atitudes democráticas. Uma escola para um mundo globalizado, para um novo mercado de trabalho cada vez mais escolarizada, para sociedades multiétnicas e multiculturais, com um novo conceito de cidadania. As novas gerações têm de aprender a conhecer o mundo em que vivemos em todas as suas escalas geográficas, a pensar as relações entre sociedade e natureza, a perscrutar as paisagens. A globalização afeta a praticamente a todos, com maior ou menor intensidade, e não existe mais nenhum lugar ou região que não dependa do global, sendo este mais do que a mera soma dos inúmeros lugares. E também o local não é um mero reflexo do global, apesar de ser parte dele. Hoje, mais do que nunca, existe uma imperiosa necessidade de se conhecer o mundo de forma inteligente – não decorando informações e, sim, compreendendo os processos, as dinâmicas, os potenciais de mudanças, as possibilidades de intervenção. Isso explica um renovado interesse pelo ensino da Geografia. A busca de um conhecimento do mundo – sem nunca negligenciar o local onde vivem os alunos, que aborde os seus reais problemas geoeconômicos, geopolíticos, culturais e ambientais. Um conhecimento que implique o desenvolvimento de competências e hábitos apropriados para a cidadania ativa e para a sociedade democrática: senso crítico bem dosado (sem cair no panfletário); sociabilidade e ausência de preconceitos contra os outros, os que são diferentes; preocupação bem fundamentada com a conservação dos recursos naturais e do ambiente; aptidão para detectar os problemas locais (sociais, culturais, ambientais, de transportes, de moradias, de uso do solo) e sugerir soluções. A emergência da questão ambiental ajuda a explicar esse interesse. A geografia é a única disciplina escolar que une o social com o natural, isto é, a sociedade humana (com sua produção e consumo, suas civilizações, seu perfil demográfico, seus Estados com suas geopolíticas) com o mundo físico ( a biosfera com seus ecossistemas,  a interação do clima com o relevo, com as águas, os solos, a vegetação).

O ensino da Geografia para o século XXI deve ensinar – ou melhor, deixa o aluno descobrir e refletir sobreo – o mundo em que vivemos. Deve enfocar criticamente a questão ambiental. Deve contribuir, junto com outras disciplinas, para a sociabilidade entre os educandos, para a ausência de preconceitos, para a aprendizagem do diálogo e da troca de experiências. Deve, enfim, levar os educandos a interpretar textos, fotos, mapas, paisagens (por meio de ilustrações ou in loco), enfocando os problemas socioespaciais, a interrelação entre os fenômenos, as causas que viram efeito e vice-versa.

(José William Vesentini é autor de Geografia da Editora Ática)

 

 

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