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 Logomarca Bonito HI Hostel - Albergue da Juventude

  

     

 

 

 

 

 

 

 

   

PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL?

 

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 19 de Abril, mais do que uma data, é uma concepção de futuro.

 

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"Apesar de a expressão indígena significar, em latim, aquele que é “nascido em casa”, a designação entre nós ficou marcada por indicar aqueles que habitavam as Índias Ocidentais, nome que os espanhóis atribuíam não só ao “novo” continente, como também às Filipinas. A expressão indígena é, nesse sentido, uma das maiores violências simbólicas cometidas contra os povos originários de Abya Yala na medida em que é uma designação que faz referência às Índias. A expressão indígena ignora, assim, que esses outros povos tinham seus nomes próprios e designação própria para os seus territórios. A expressão povos indígenas ignora a differentia specifica desses povos, contribuiu para unificá-los do ponto de vista dos conquistadores/invasores. Mas também foi a partir dessa designação que, a princípio, se constituiu a unidade po"ítica desses povos, por si mesmos, quando começam a perceber a história comum de humilhação, opressão e exploração de sua população e a dilapidação e devastação de seus recursos naturais. "

Fonte: http://iela.ufsc.br/povos-origin%C3%A1rios/abya-yala

 

 

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Brasil é o país onde os professores são mais desrespeitados

 

O Índice Global de Status do Professor de 2018, realizado pela organização não-governamental Fundação Varkey, revela que o Brasil é o país em que os professores são mais desrespeitados. Numa escala que vai de 0 a 100, o Brasil recebeu uma pontuação de 1, enquanto a China marcou 100.

O objetivo do estudo é identificar o nível de respeito por professores e a posição social desses profissionais em 35 países. Para fazer o cálculo, a Fundação Varkey examina o perfil do respeito ao professor; o desejo de ter a profissão de professor; o entendimento do status social do professor no país; e o respeito dos alunos ao professor.

Abaixo da China estão a Malásia, com um índice de 93,3, Taiwan, com 70,2, e Rússia, com 65. Na laterna, mas ainda assim bem acima do Brasil, está Israel, que obteve o índice de 6,5. O resultado do estudo de agora não difere muito da última edição do Índice Global de Status do Professor, publicado em 2013. Na ocasião, o Brasil também apareceu como o pior país entre todos.

O Japão e a Suíça, no entanto, tiveram um salto de mais de 20 pontos entre a edição de 2013 e a de 2018. A Grécia, por outro lado, teve queda de 25 pontos. A diferença entre um ano e outro pode ser vista em detalhes no documento da Fundação Varkey. A Ásia se destaca no estudo como a região em que a profissão de professor tem o maior status. China, Malásia, Taiwan e Indonésia respeitam seus professores mais do que qualquer país europeu.

Futuro do trabalho

O Fórum Econômico Mundial observa que as rápidas mudanças no mercado de trabalho, que emprega cada vez mais robôs para realizar funções desempenhadas por humanos, também trarão desafios para os educadores, que terão de preparar seus alunos para esse novo cenário.Em estudo divulgado em setembro, a organização alerta para a necessidade de melhorias nos sistemas de educação e de treinamento, ao lado de políticas governamentais e práticas corporativas que ajudem a preparar a sociedade para esse novo capítulo.

Fonte:https://www.soescola.com/2019/01/brasil-e-o-pais-onde-os-professores-sao-mais-desrespeitados.html?fbclid=IwAR0AbfH1r1MQdahOuwB-niPNq8Q4NFUeuNJw8yMyq9ug8MGuUnF850y1YpA

 

 

 

 

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Iniciaremos as saídas técnicas

 

Passeio de trem pela serra do mar é um dos mais bonitos do mundo.

 

Foto: Divulgação...


Está de férias ou a passeio? Então que tal embarcar em uma histórica viagem de trem pela serra do mar, de Curitiba a Morretes? É a excursão de trem mais bonita do Brasil, por dentro da Serra do Mar Paranaense em meio a exuberante Mata Atlântica, passeio este que teve destaque como um dos três passeios de luxo mais interessantes e bonitos do mundo, segundo o jornal norte-americano The Wall Street Journal, e eleito pelo jornal britânico The Guardiann como um dos 10 mais espetaculares passeios do globo.  



A estrada de ferro conta com mais de 41 pontes, centenas de pontilhões, 13 túneis e viadutos de grande destaque, como a Ponte São João e o Viaduto do Carvalho. 
As belezas naturais são um atrativo à parte. A cada curva, os passageiros se surpreendem com a fauna e a flora da Serra do Mar Paranaense, na maior área contínua de Mata Atlântica preservada do país.

Fonte: http://www.nossolitoral.info/2019/04/passeio-de-trem-pela-serra-do-mar-e-um_9.html?fbclid=IwAR2tV9TZQDAbQ2hI4LWyex_C8ELSOtq6zsk-TR5pDkPWnFnQwjUp4zRaj5I

 

 

 

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Por que História e Geografia ajudam a criar um ser

humano melhor?

As disciplinas podem formar indivíduos mais críticos e aumentar o poder de reflexão dos alunos

 

Globo terrestre, livros e canetas em cima de uma mesa em frente a um quadro negro

 

 

Formar indivíduos críticos e aumentar o poder de reflexão sobre a própria realidade. De acordo com professores de História e Geografia este são alguns dos benefícios do estudo destas duas disciplinas.

Reunidos na Virada de Autores (que aconteceu entre 31 de outubro e 4 de novembro em Itapeva – MG), professores de História e Geografia reiteraram a importância das duas disciplinas que, muitas vezes e principalmente no Ensino Fundamental 1, acabam ficando em segundo plano e cedendo espaço para Matemática e Língua Portuguesa.

No entanto, História e Geografia são ferramentas para ler o mundo, segundo Sherol Santos, especialista do Time de Autores de História, historiadora e professora do Ensino Fundamental 2 em Canoas, no Rio Grande do Sul.

LEIA MAIS  Como falar (de verdade) sobre História e Geografia no Fundamental 1?

“Acredito que o conhecimento histórico proporciona ferramentas de leitura de mundo. Acho que as crianças podem, muito cedo, ter chaves para interpretar o mundo ao redor e o conhecimento histórico faz isso. A gente às vezes tem um certo ranço, (do tipo) ‘aprender com o passado para usar no futuro’. Não é que vamos aprender diretamente, não é aquela ideia de não repetir o passado, mas é entender as opções, as possibilidades, os movimentos das populações, o que estava no horizonte de possibilidades no passado e o que está no meu horizonte de possibilidades para eu fazer a minha ação”, afirma.

De acordo com Aline Moura, professora de História para o Ensino Médio em Macapá, no Amapá, as aulas de História e Geografia são os momentos de reflexão para os alunos.

“História, assim como a Geografia, leva os alunos à reflexão, refletir muito sobre seu espaço, entender de que forma ele atua na sociedade, de que forma ele passa a atuar. É extremamente importante pois leva o indivíduo a ser mais crítico, pensar sobre seu espaço, refletir sobre este espaço.”

LEIA MAIS   Aula de História: como jogos podem ajudar a reconstruir identidades esquecidas

Para Rodrigo Baglini, professor de Geografia do Ensino Fundamental 2, na rede estadual de São Bernardo do Campo (SP), a disciplina que leciona leva à contestação que pode resultar em justiça social.

“Por si só a Geografia já contesta a realidade que temos no mundo. A Geografia coloca o homem no espaço geográfico, que é produto de relações sociais, de relações econômicas, de relações entre homem e natureza. Nós, enquanto professores de Geografia, sempre valorizamos o item de crítica, o aluno olhar lá e entender que não está lá por uma condição normal, ele está lá porque um espaço geográfico foi construído. E, a partir do momento em que ele se entende enquanto cidadão, ele consegue propiciar uma justiça social, uma possibilidade de inserção na sociedade enquanto homem.”

Outro ponto importante a ser lembrado é que a Geografia faz uma relação entre a sociedade e a natureza e leva ao autoconhecimento, segundo Regina Tunes, mentora do Time de Autores de Geografia e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). E isso é algo comum nas ciências humanas.

“As ciências humanas, no geral, proporcionam à sociedade (a possibilidade de) se conhecer mais, se questionar e pensar como pode projetar um futuro de uma sociedade mais justa, com justiça social, com direito à cidade, com problemas ambientais mais bem resolvidos, em situações em que uma pessoa esteja exercendo de fato sua cidadania.

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‘Disciplina cidadã’

Para outros professores reunidos, História e Geografia podem despertar a cidadania e o questionamento nos alunos.

“Eu entendo que a Geografia é uma disciplina cidadã. Nós (professores) temos esta obrigação de fazer com que o aluno se entenda como indivíduo que modifica o espaço e que a ação dele sobre o espaço tem consequências, (fazer o aluno) entender que ele também faz parte deste espaço enquanto sujeito que sofre por conta do sistema de forças que existe”, diz Guilherme Yamaguti, professor de Geografia no Ensino Médio em Jardinópolis (SP).

Para Guilherme, a disciplina leva a uma reflexão que faz parte da formação cidadã, do aluno “se entender como sujeito no mundo”.

“Confio muito no poder da Geografia, na capacidade dela de garantir esta reflexão, este momento de reflexão do indivíduo sobre o espaço, que vai capacitá-lo para tomar decisões. Temos o dever de formar cidadãos críticos. E aí, a tomada de decisão dele na hora de eleição ou em relação a contestar alguma situação, é particular de cada um.”

Daniela De Moraes, professora de História do Ensino Fundamental 2 em Londrina (PR), afirma que, além de formar cidadãos críticos e conscientes, as disciplinas podem funcionar como um antídoto contra o preconceito.

“Estudar História é dar oportunidade ao aluno de perceber o seu mundo de forma crítica, plural, uma forma diversa e aí, a partir deste pensamento de que o mundo é feito de forma plural, eu consigo entender que o diferente não precisa ser o meu inimigo, mas pode ser uma oportunidade para que eu possa abrir os olhos e entender que o outro me abre portas para aprender mais. Por isso que o ensino de História é tão importante, porque no mundo nós não vivemos apenas na nossa bolha”, diz.

Primeiros anos

Esta formação de cidadãos críticos e a reflexão sobre a realidade pode começar já nos primeiros anos, como destaca Alessandra Bremm, professora de História nos primeiros anos da rede estadual de Lagoa Vermelha (RS).

“(A História) É esta reflexão sobre a realidade, sobre o cotidiano. História está em tudo. E esta consciência pode ser desenvolvida desde muito cedo. E a reação deles (alunos dos primeiros anos do Ensino Fundamental) é uma descoberta, é um espaço que você proporciona para a criança descobrir coisas que, de repente, ela não tinha percebido ainda. Através da História você consegue trazer isso para a sala de aula.”

Apesar destes benefícios, Sherol Santos, especialista do Time de Autores de História, afirma que muitos questionam o estudo de História e Geografia nos primeiros anos.

“Todo mundo diz: ‘ah, mas tem que estudar História mesmo lá no Ensino Fundamental 1?’ Tem. (Tem que) se colocar no mundo, perceber o outro, entender que o outro, mesmo convivendo no mesmo espaço que você, ele tem outra vivência, outra experiência, outra visão. E que estas visões se complementam em um projeto maior. É isso que a História pode contribuir.”

Fonte:https://novaescola.org.br/conteudo/13492/por-que-historia-e-geografia-ajudam-a-criar-um-ser-humano-melhor

 

 

 

 

 

 

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