Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Google-Translate-Portuguese to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
Ultimas Atualizações
3o ANO E.M. "C"  (08-10-2019)
2o ANO E.M. "D"  (08-10-2019)
1o ANO E.M. "A"  (08-10-2019)




ONLINE
3





Partilhe esta Página

 

 

 

Resultado de imagem para médicos sem fronteira 

 

 

 Logomarca Bonito HI Hostel - Albergue da Juventude

  

     

 

 

 

 

 

 

 

   

PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


UMA OUTRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL?

 

 

 A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, barba e texto

 

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre

 

 

SAÍDA TÉCNICA PARA A CAVERNA OLHOS D´ÁGUA - CASTRO, PR 

 

A saída técnica é uma atividade de extensão da disciplina de Geografia do Colégio

 

Estadual Meneleu de Almeida Torres.

 

É um instrumento de apoio no processo de ensino-aprendizagem, promovendo a integração entre teoria/prática e contribuindo significativamente para a apreensão dos diferentes níveis de conhecimento que tal atividade proporciona.

 

 

 

  Nenhuma descrição de foto disponível.

 

 


 

 

Por Pablo Uchoa, BBC

 

Solo com marcas da seca: aumento populacional, de consumo de alimentos e intensificação da economia está levando à escassez de água. — Foto: Jose Antonio Alba/Pixabay

 

O crescimento populacional, o aumento do consumo de carne e a intensificação da atividade econômica vêm pressionando os recursos hídricos do mundo.

Habitantes de quase 400 regiões do planeta já estão vivendo sob condições de "extremo estresse hídrico", segundo um novo relatório do World Resources Institute (WRI), um centro de pesquisa sediado em Washington.

Esse cenário não se repete no Brasil, mas alguns Estados brasileiros já apresentam um parâmetro "baixo-médio", diferente de boa parte da realidade nacional.

O temor é que a escassez de água possa causar o deslocamento de milhões de pessoas, gerando conflitos e instabilidade política.

Do México ao Chile, a áreas da África e a pontos turísticos no sul da Europa e no Mediterrâneo, o nível de "estresse hídrico" – a quantia de água extraída de fontes terrestres e superficiais em comparação com o total disponível – está atingindo níveis preocupantes.

Quase um terço da população global – 2,6 bilhões de pessoas – vive em países em situação de estresse hídrico "extremamente alto", incluindo 1,7 bilhão em 17 nações classificadas como "extremamente carentes de água", segundo o WRI.

Enquanto os países do Oriente Médio são considerados os de maior estresse hídrico, o estudo também destaca que a Índia vem "enfrentando desafios críticos sobre seu uso e gestão da água que afetam tudo, desde a saúde ao seu desenvolvimento econômico".

Paquistão, Eritreia, Turcomenistão e Botsuana também são considerados extremamente carentes de água.

 

Más notícias e boas surpresas

 

Os dados foram compilados a partir da plataforma Aqueduct 3.0 do WRI, que analisou vários modelos hidrológicos e calculou o quanto de água é retirada dos suprimentos de águas superficiais e subterrâneas disponíveis em cada região em comparação com o total de água disponível.

Quando a proporção excedia 80%, as áreas eram consideradas "extremamente carentes de água".

"Como alguém que trabalha com dados, tento ser bastante imparcial sobre o que esperar dos números, mas fiquei surpreso com a situação ruim na Índia", diz Rutger Hofste, principal autor do estudo, à BBC.

A Índia é o 13º país do mundo com maior estresse hídrico, à frente do seu vizinho Paquistão.

Nove dos seus 36 Estados e territórios são classificados como extremamente carentes de água e Chennai (antiga Madras), a capital do Estado de Tamil Nadu, no sul do país, sofreu recentemente com inundações e secas.

"A contínua crise hídrica na principal cidade de Chennai demonstra os tipos de desafios que grande parte da Índia enfrentará nos próximos anos, exacerbada pela má gestão da água e pelas crescentes demandas por água tanto da indústria quanto das pessoas", diz o relatório.

Segundo o WRI, o México enfrenta uma situação tão grave quanto a da Índia, se nenhuma medida for tomada.

Quinze dos 32 estados do país são classificados como extremamente carentes de água e Hofste aponta que a capital, a Cidade do México, em particular, tem um "sistema de água muito frágil".

Dez das 16 regiões do Chile também foram classificadas como "extremamente carentes de água", incluindo a capital, Santiago.

As capitais chinesa e russa, Pequim e Moscou, também são classificadas como "extremamente carentes de água", embora os países não sejam.

"Algumas outras surpresas", segundo Hofste, foram encontradas no sul da Europa, incluindo Itália e Espanha, onde o turismo representa uma pressão adicional sobre os sistemas de água durante os meses mais secos do ano.

Mais da metade das 20 regiões da Itália foi considerada "sob estresse hídrico extremo", bem como um terço (27) das 81 províncias da Turquia.

No entanto, a Cidade do Cabo, na África do Sul, dez dos 17 distritos do Botsuana e partes da Namíbia e Angola são considerados "extremamente carentes de água".

 

Brasil

 O Brasil, por outro lado, não vive a mesma realidade. Segundo o estudo, a maior parte do país tem um baixo risco de estresse hídrico.

Apesar disso, o Distrito Federal é o Estado em situação de maior estresse hídrico do Brasil (médio-alto), de acordo com a pesquisa. Em seguida, vêm os Estados do Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro e Pernambuco. 

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), o Brasil possui cerca de 12% da disponibilidade de água doce do planeta, mas a distribuição natural desse recurso não é equilibrada. 

A região Norte, por exemplo, concentra aproximadamente 80% da quantidade de água disponível, mas representa apenas 5% da população brasileira. Já as regiões costeiras abrigam mais de 45% da população e apenas 3% dos recursos hídricos do país.

 

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, texto

 

 

 

 A imagem pode conter: texto

 

 

 

  

Por que História e Geografia ajudam a criar um ser

humano melhor?

As disciplinas podem formar indivíduos mais críticos e aumentar o poder de reflexão dos alunos

 

Globo terrestre, livros e canetas em cima de uma mesa em frente a um quadro negro

 

 

Formar indivíduos críticos e aumentar o poder de reflexão sobre a própria realidade. De acordo com professores de História e Geografia este são alguns dos benefícios do estudo destas duas disciplinas.

Reunidos na Virada de Autores (que aconteceu entre 31 de outubro e 4 de novembro em Itapeva – MG), professores de História e Geografia reiteraram a importância das duas disciplinas que, muitas vezes e principalmente no Ensino Fundamental 1, acabam ficando em segundo plano e cedendo espaço para Matemática e Língua Portuguesa.

No entanto, História e Geografia são ferramentas para ler o mundo, segundo Sherol Santos, especialista do Time de Autores de História, historiadora e professora do Ensino Fundamental 2 em Canoas, no Rio Grande do Sul.

LEIA MAIS  Como falar (de verdade) sobre História e Geografia no Fundamental 1?

“Acredito que o conhecimento histórico proporciona ferramentas de leitura de mundo. Acho que as crianças podem, muito cedo, ter chaves para interpretar o mundo ao redor e o conhecimento histórico faz isso. A gente às vezes tem um certo ranço, (do tipo) ‘aprender com o passado para usar no futuro’. Não é que vamos aprender diretamente, não é aquela ideia de não repetir o passado, mas é entender as opções, as possibilidades, os movimentos das populações, o que estava no horizonte de possibilidades no passado e o que está no meu horizonte de possibilidades para eu fazer a minha ação”, afirma.

De acordo com Aline Moura, professora de História para o Ensino Médio em Macapá, no Amapá, as aulas de História e Geografia são os momentos de reflexão para os alunos.

“História, assim como a Geografia, leva os alunos à reflexão, refletir muito sobre seu espaço, entender de que forma ele atua na sociedade, de que forma ele passa a atuar. É extremamente importante pois leva o indivíduo a ser mais crítico, pensar sobre seu espaço, refletir sobre este espaço.”

LEIA MAIS   Aula de História: como jogos podem ajudar a reconstruir identidades esquecidas

Para Rodrigo Baglini, professor de Geografia do Ensino Fundamental 2, na rede estadual de São Bernardo do Campo (SP), a disciplina que leciona leva à contestação que pode resultar em justiça social.

“Por si só a Geografia já contesta a realidade que temos no mundo. A Geografia coloca o homem no espaço geográfico, que é produto de relações sociais, de relações econômicas, de relações entre homem e natureza. Nós, enquanto professores de Geografia, sempre valorizamos o item de crítica, o aluno olhar lá e entender que não está lá por uma condição normal, ele está lá porque um espaço geográfico foi construído. E, a partir do momento em que ele se entende enquanto cidadão, ele consegue propiciar uma justiça social, uma possibilidade de inserção na sociedade enquanto homem.”

Outro ponto importante a ser lembrado é que a Geografia faz uma relação entre a sociedade e a natureza e leva ao autoconhecimento, segundo Regina Tunes, mentora do Time de Autores de Geografia e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). E isso é algo comum nas ciências humanas.

“As ciências humanas, no geral, proporcionam à sociedade (a possibilidade de) se conhecer mais, se questionar e pensar como pode projetar um futuro de uma sociedade mais justa, com justiça social, com direito à cidade, com problemas ambientais mais bem resolvidos, em situações em que uma pessoa esteja exercendo de fato sua cidadania.

LEIA MAIS   Como dar uma boa aula de História ou Geografia

‘Disciplina cidadã’

Para outros professores reunidos, História e Geografia podem despertar a cidadania e o questionamento nos alunos.

“Eu entendo que a Geografia é uma disciplina cidadã. Nós (professores) temos esta obrigação de fazer com que o aluno se entenda como indivíduo que modifica o espaço e que a ação dele sobre o espaço tem consequências, (fazer o aluno) entender que ele também faz parte deste espaço enquanto sujeito que sofre por conta do sistema de forças que existe”, diz Guilherme Yamaguti, professor de Geografia no Ensino Médio em Jardinópolis (SP).

Para Guilherme, a disciplina leva a uma reflexão que faz parte da formação cidadã, do aluno “se entender como sujeito no mundo”.

“Confio muito no poder da Geografia, na capacidade dela de garantir esta reflexão, este momento de reflexão do indivíduo sobre o espaço, que vai capacitá-lo para tomar decisões. Temos o dever de formar cidadãos críticos. E aí, a tomada de decisão dele na hora de eleição ou em relação a contestar alguma situação, é particular de cada um.”

Daniela De Moraes, professora de História do Ensino Fundamental 2 em Londrina (PR), afirma que, além de formar cidadãos críticos e conscientes, as disciplinas podem funcionar como um antídoto contra o preconceito.

“Estudar História é dar oportunidade ao aluno de perceber o seu mundo de forma crítica, plural, uma forma diversa e aí, a partir deste pensamento de que o mundo é feito de forma plural, eu consigo entender que o diferente não precisa ser o meu inimigo, mas pode ser uma oportunidade para que eu possa abrir os olhos e entender que o outro me abre portas para aprender mais. Por isso que o ensino de História é tão importante, porque no mundo nós não vivemos apenas na nossa bolha”, diz.

Primeiros anos

Esta formação de cidadãos críticos e a reflexão sobre a realidade pode começar já nos primeiros anos, como destaca Alessandra Bremm, professora de História nos primeiros anos da rede estadual de Lagoa Vermelha (RS).

“(A História) É esta reflexão sobre a realidade, sobre o cotidiano. História está em tudo. E esta consciência pode ser desenvolvida desde muito cedo. E a reação deles (alunos dos primeiros anos do Ensino Fundamental) é uma descoberta, é um espaço que você proporciona para a criança descobrir coisas que, de repente, ela não tinha percebido ainda. Através da História você consegue trazer isso para a sala de aula.”

Apesar destes benefícios, Sherol Santos, especialista do Time de Autores de História, afirma que muitos questionam o estudo de História e Geografia nos primeiros anos.

“Todo mundo diz: ‘ah, mas tem que estudar História mesmo lá no Ensino Fundamental 1?’ Tem. (Tem que) se colocar no mundo, perceber o outro, entender que o outro, mesmo convivendo no mesmo espaço que você, ele tem outra vivência, outra experiência, outra visão. E que estas visões se complementam em um projeto maior. É isso que a História pode contribuir.”

Fonte:https://novaescola.org.br/conteudo/13492/por-que-historia-e-geografia-ajudam-a-criar-um-ser-humano-melhor

 

 

 

 

 

 

Imagem relacionada

 

 

 

 

 

 

49% dos brasileiros não sabem o que são os Objetivos de

 

Desenvolvimento Sustentável

topo