


Ensinar para quem não quer aprender não é fracasso pedagógico. É, antes de qualquer coisa, um diagnóstico social que nenhum professor deveria carregar sozinho. É o reflexo de um país que trata a educação como discurso eleitoral e não como política de Estado. É o espelho de uma família que delega à escola o que é, em parte, sua responsabilidade afetiva e formativa. É a consequência de uma economia que recompensa o atalho e penaliza o processo lento do conhecimento. O professor está no centro desse nó. E o que ele faz, todo dia, é tentar desatá-lo com as mãos que tem. O que a sociedade poderia fazer, se quisesse ser honesta, era ao menos parar de fingir que o problema está apenas dentro da sala de aula
Existe uma profissão no Brasil que exige do seu praticante uma combinação rara e quase sobrenatural de habilidades: a paciência de um monge tibetano, o carisma de um apresentador de auditório, o preparo científico de um pesquisador e, de preferência, a resiliência emocional de alguém que já desistiu de desistir. Essa profissão se chama magistério. E o seu desafio mais silenciado, mais ignorado e mais presente no cotidiano de qualquer escola pública ou particular do país é, justamente, tentar transferir conhecimento para quem não tem o menor interesse em recebê-lo. O professor entra em sala. Os alunos estão lá. E é aí que começa o espetáculo.
O IBGE e o INEP nos brindam periodicamente com dados que ninguém leva muito a sério fora das dissertações de mestrado: o Brasil tem uma das piores médias mundiais em engajamento escolar. Pesquisas do Pisa e da Fundação Lemann mostram que uma parcela expressiva dos estudantes brasileiros chega ao Ensino Médio sem dominar leitura básica e operações aritméticas simples — não por falta de inteligência, mas por uma combinação brutal de desinteresse, ausência familiar, excesso de tela e uma escola que, muitas vezes, não consegue competir com um Reels de quinze segundos.
Leia a matéria completa no site: jornalopcaotocantins.com.br




Antonina - 2025
Mais uma atividade pedagógica do Projeto Educação Turística: Conhecendo nossa Região. Para conhecermos nossa Região dos Campos Gerais, também faz-se necessário conhecer outras Regiões do Paraná e do Mundo para que possamos estar enraizados no que é nosso e com os galhos e folhas abertos para observar e absorver as demais culturas e paisagens para que possamos sempre “Pensar e agir localmente para pensar e agir globalmente.” E nunca se esqueçam que “A Geografia, mais do que uma disciplina escolar, é um Projeto de Vida.”
Somos todos Meneleu.
Parabéns aos participantes desta jornada geoturística. Sempre é um novo desafio organizar e efetivar uma atividade que aparenta ser simples mas possui suas complexidades e riscos. Agradeço pela colaboração, companheirismo e cooperação ao longo de toda essa experiência.
Somo todos Meneleu.

Por que vale a pena ser professor ou por quem vale a pena ser professor?
São 33 anos de carreira no magistério, ministrei aulas e palestras para praticamente todas as etapas de ensino, do infantil à pós-graduação, da Escola Municipal à Universidade, trabalhei no ensino particular durante 10 anos, dei aula em cursinhos pré-vestibulares, coordenei cursos técnicos profissionalizantes, optei em fazer o mestrado na área de educação para compreender com mais argumentos e com o olhar científico os processos de ensino e de aprendizagem. Não imaginava que na última década a educação e os professores estariam nessa situação de precarização em todos os aspectos. Mas de repente você recebe uma mensagem de ex-aluna, ou melhor ESTUDANTE e reflete que ainda vale muito a pena ser professor.



Por que vale a pena ser professor ou por quem vale a pena ser professor?

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Obra da estudante do 2° ano do Novo Ensino Médio do Colégio Meneleu
CRISOL LEON, direto da Venezuela!!!!

Convite do 3° Ano Integrado do Curso Técnico em
Administração do Colégio Estadual Meneleu de Almeida Torres para
ser o PADRINHO da TURMA mais sensacional que existe.
E É ÓBVIO QUE ACEITO!!!
Na verdade eu aceitei desde o primeiro dia de aula em fevereiro de 2022.
VOCÊS SÃO ETERNOS!!!!!!!

Participação no Programa do Curso de Jornalismo da UEPG - Combate à deseinformação nos Campos Gerais.

Homenagem do 1° Ano Integrado do Curso Técnico em Administração do Colégio Menelu
24/06/2024
“Se a vida boa, a vida classe A, a vida digna é dedicada ao outro. Se o grande barato da vida é gastar cada caloria, cada joule em nome do outro. A minha profissão é espetacular.” A frase do professor Clóvis Barros demonstrou-se concreta hoje, tamanha manifestações de carinho por parte dos meus alunos e alunas. Na primeira aula do dia, recebi uma homenagem inesquecível e imortalizada numa produção de vídeo do 1° Ano do Curso Técnico em Administração que tem gentes, pessoas, alunos, alunas, estudantes e cidadãs e cidadãos que eu acompanho e me acompanham desde o 6°, 7°, 8°, 9° e agora 1° ano. São seres que nos fazem crer que o futuro está garantido pelo presente. Na verdade são presentes em forma de pessoas que são parceiras e parceiros em tudo que propomos sejam os projetos, saídas técnicas, monitorias, oficinas, palestras ou qualquer outra coisa que inventar, sei que estarão lá, juntos para fazer as coisas acontecerem. São presentes, são futuros, são demais! Muito obrigado por estarem presentes na minha vida!

Quando a palavra ORGULHO DE SER PROFESSOR tem o máximo sentido!

