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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 

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2 ANO E.M - A - B - COLÉGIO MENELEU
2 ANO E.M - A - B - COLÉGIO MENELEU

 

 

 

 

 

 

 

AULA 12 - 1° TRI - 30/03/22

 

  •  Divisão Regional do Brasil: Divisão Concentra e em Complexos Regionais.

 

Os Quatro Brasis de Milton Santos

Geopoliticamente, o Brasil vem sendo dividido há muito tempo em cinco regiões distintas: Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Contudo, alguns geógrafos e estudiosos vêm, ao longo do tempo, propondo outras formas de divisão do país. A divisão regional do território brasileiro em “quatro Brasis” foi proposta pelo professor Milton Santos e pela professora Maria Laura Silveira, em 2001.

Milton Santos utilizou como bases de sua classificação a informação e as finanças no país, e a forma como são geograficamente distribuídas. Nesse contexto, ele chegou a “quatro brasis”, representados pela Região Amazônica, Região Nordeste, Região Centro-Oeste e Região Concentrada.

Quem foi Milton Santos

Graduado em direito, destacou-se por seus trabalhos na área de geografia e geopolítica com ênfase nos estudos de urbanização no terceiro mundo. É considerado um dos grandes nomes da geografia crítica brasileira, e conhecido mundialmente conhecido por seus trabalhos sobre o fenômeno da globalização, publicados na década de 1990.

Milton foi exilado na França ao longo do regime militar no Brasil e, por essa razão, seus trabalhos apresentam grande influência da escola francesa, especialmente no contexto de crítica ao capitalismo e valores tradicionais na geografia econômica.

A divisão em quatro brasis

 

 

 

Região Amazônica abrange os estados do Norte do país, sem o Tocantins, e apresenta baixa densidade demográfica. Possui uma infraestrutura de transportes com poucas possibilidades de rápido deslocamento – como aeronáutica, fluvial ou mesmo rodoviária.

A região possui pouca ou reduzida concentração tecnológica urbana se comparada às demais regiões. Há uma grande presença de atividades tradicionais, do extrativismo mineral ou vegetal e um paradoxo, com algumas poucas localidades responsáveis pela produção de bens de tecnologia e com boa infraestrutura nessa área.

A Região Nordeste, dos “quatro Brasis”, coincide com a delimitação oficial atual, compreendendo todos os estados da Região Nordeste. A ocupação e povoamento da área são antigos, porém seguiram uma linha esparsa e levaram a uma ocupação pouco densa. A instalação de infraestruturas e as redes de informação são existentes e podem atingir um evoluído estágio em alguns locais, mas seguem um caráter descontínuo ao longo do território.

Região Concentrada é formada pelos estados do Sudeste e do Sul e, além de possuir a maior densidade demográfica do país, é onde o desenvolvimento da ciência e da tecnologia se apresenta de forma mais contínua pelo território.

As redes de informação nas duas regiões apresentam um caráter consistente, já desenvolvido por décadas. Em termos de tecnologia, as duas regiões já detinham a liderança tecnológica no surgimento dos primeiros parques industriais, e já cumpriram evoluções para as economias de serviços e, mais recentemente, de tecnologia da informação. O contraste em relação às demais regiões é nítido e marcante.

Além disso, essa área também possui níveis elevados de acesso à saúde, educação, lazer e serviços modernos, o que apoia e dá fomento ao crescimento e desenvolvimento populacional.

Região Centro-Oeste compreende, além dos estados definidos como Centro-Oeste pelo IBGE, mais o estado de Tocantins. Atuando como uma região periférica em relação ao Sul-Sudeste, é uma área que apresenta bom acesso e uso das redes de informação e, a despeito de possuir uma economia basicamente agropecuária, desenvolve essa atividade com tecnologia e processos modernos e avançados.

Por: Carlos Artur Matos

 

DIVISÃO GEOECONÔMICA OU EM COMPLEXOS REGIONAIS

 

A divisão regional oficial do Brasil é aquela estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo composta por cinco complexos regionais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. No entanto, além dessa regionalização do território nacional, existe outra divisão regional (não oficial), conhecida como regiões geoeconômicas do Brasil: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os critérios adotados para a delimitação dessas três regiões foram os aspectos naturais e, principalmente, as características socioeconômicas.

As regiões geoeconômicas do Brasil não seguem os limites das fronteiras dos estados, visto que seus critérios mais importantes são os aspectos sociais e econômicos, havendo grande dinamismo na delimitação espacial.

Portanto, alguns estados brasileiros estão inseridos em diferentes regiões: a porção norte de Minas Gerais é parte integrante da chamada região Nordeste, e o restante do estado está localizado no complexo regional Centro-Sul; o extremo sul do Tocantins localiza-se na região Centro-Sul, e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia; a porção oeste do Maranhão integra a região da Amazônia e a sua porção leste está localizada no complexo regional nordestino; Mato Grosso integra a região Centro-Sul (porção sul), além da região da Amazônia (porção centro-norte).

 


Mapa das regiões geoeconômicas do Brasil:
1- Amazônia; 2- Centro-Sul; 3- Nordeste

 

Formada por todos os estados da região Norte, além do Mato Grosso (exceto sua porção sul) e oeste do Maranhão, a região da Amazônia corresponde a 60% do território nacional, abrangendo toda a extensão da Amazônia Legal. Apesar de possuir a maior área, esse complexo regional abriga a menor parcela da população brasileira - aproximadamente 7% do total.

No que se refere ao clima, esse é quente e bastante chuvoso. E quanto à vegetação, a Floresta Amazônica é a de maior predominância.

As principais atividades econômicas desenvolvidas na região da Amazônia são: extração mineral, agropecuária e extrativismo vegetal. O setor industrial é pouco desenvolvido, tal segmento econômico destaca-se em Manaus.

O complexo regional do Centro-Sul é formado pelos estados das regiões: Sul, Sudeste (exceto o extremo norte de Minas Gerais) e Centro-Oeste (exceto o centro-norte de Mato Grosso), além do extremo sul do Tocantins. Essa região corresponde a aproximadamente 22% do território nacional, e abriga cerca de 70% da população brasileira, razão pela qual é considerada como a região mais populosa e mais povoada do país.

A região Centro-Sul é a mais desenvolvida, economicamente, do Brasil, uma vez que é a principal responsável pelo Produto Interno Bruto (PIB) nacional: cerca de 75% do PIB brasileiro. Sua economia é dinâmica, apresentando um elevado grau de industrialização. As principais atividades econômicas são: agropecuária moderna, variados segmentos industriais dotados de um efetivo aparato tecnológico, bancos, desenvolvimento de pesquisas científicas, serviços diversos, etc.

Esse é o complexo regional que concentra a maior parte da renda nacional, além de apresentar os melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país.

Composto por todos os estados nordestinos, além da porção norte de Minas Gerais, a região geoeconômica do Nordeste corresponde a aproximadamente 18% do território brasileiro, sendo, portanto, o menor complexo regional.

O território nordestino apresenta contrastes naturais e disparidades econômicas entre as áreas litorâneas: urbanizadas, industrializadas e, economicamente desenvolvidas. Porém, no interior, há o predomínio de um clima semiárido e grandes problemas socioeconômicos.

As atividades econômicas mais relevantes são: cultivo da cana-de-açúcar, algodão, arroz, cultivo irrigado de frutas, extrativismo vegetal, pecuária extensiva e de corte, indústrias têxteis, produção de petróleo (Bahia e Rio Grande do Norte) e o turismo.

 

 

AULA 11 - 1° TRI - 25/03/22

  • Análise do vídeo do Prof. Clóvis sobre como estudar;
  • Texto "Mapas muito intrigantes."

 

 

 

Mapas muito intrigantes

Desde 1339, o nome Brasil aparece me planisférios. Os portugueses sabiam muito mais sobre as terras à oeste do que reconheciam publicamente. O país não foi descoberto por acaso. Os navegadores portugueses haviam estado aqui antes de 1500.

A verdadeira descoberta da América

Banido em 982 pelo Thing da Islândia, o arruaceiro Eric, o Vermelho, reuniu aventureiros e partiu em busca de uma ilha remota, avistada meio século antes. Descobriu-a, demarcou uma aldeia e voltou para trazer colonos. A ilha foi batizada d Grönland, “Terra Verde”, para atrair imigrantes para o investimento. Era a Groenlândia, gélida.

Em 1001, Leif Ericsson, filho de Eric, navegou para oeste e chegou ao nordeste do Canadá. Descobriu a América. Construiu cabana na Enseada de Meadows, no nordeste da província de Quebec para passar o inverno, e voltou à Groenlândia. Num outro esforço de marketing, batizou o local de Vinland, “Terra das Vinhas”. Em 1009, 250 homens fundaram uma colônia no Canadá. Foi abandonada após três anos de lutas com os nativos, chamados de skraelings, “homens feios”. Não ficou ninguém.

O mistério da origem do nome Brasil

Diz a tradição que o nome Brasil vem de pau-brasil, madeira cor-de-brasa. Mas a tradição é isuficiente quando se sabe que, desde 1339, o nome Brasil aparece em mapas. No Século XIV, os planisférios dos cartógrafos Mediceu, Solleri, Pinelli e Branco mostravam uma Ilha Brasil, sempre a Oeste dos Açores. O historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda acreditava que a origem do nome é uma lenda céltica que fala de uma “terra de delícias”, vista entre nuvens.

A primeira carta geográfica onde aparecem referências seguras ao Brasil real é o mapa de Cantino. Nele se podem ver papagaios, florestas e o contorno do litoral desde o norte até o sudeste. O trabalho foi encomendado pelo espião italiano Alberto Cantino, em 1502, a um cartógrafo de Lisboa e enviado ao seu senhor, o duque de Ferrara. É um mistério como ele foi feito. Afinal, as únicas viagens oficiais de espanhóis e portugueses ao Brasil até 1502 foram as de Vicente Pinzón, ao estuário do Amazonas, e Pedro Álvares Cabral, até onde hoje é a Bahia. Como explicar, então, a presença, na carta, do desenho do litoral desde Cabo Frio até o Amazonas?

Quem andou por aqui?

Fruto provável do suborno do cartógrafo, a se julgar pela conta salgada apresentada por Cantino ao duque, o mapa deixa claro que já havia conhecimento profundo das terras a oeste do Atlântico. Além de 4000 Km de litoral brasileiro aparecem no mapa a Flórida, a Terra Nova (hoje Canadá) e a Groelândia. Historiadores portugueses modernos, como Jorge Couto e Luciano Pereira da Silva, acham que Duarte Pacheco Pereira, o navegador que negociou Tordesilhas e autor do importante livre Esmeraldo de Situ Orbius, sobre as navegações portuguesas, escrito em 1505, deixou indicações de que esteve no Brasil. Teria visitado a costa do Maranhão e a Foz do Amazonas, em 1498, quatro anos depois de Tordesilhas. Mesmo assim há questões no mapa de Cantino não respondidas. A única certeza é que entre a versão e o fato agiam em sigilo os cavaleiros da Ordem de Cristo – cuja documentação jamais foi encontrada.

 

 

 

AULA 10 - 1° TRI - 23/03/22 - QUARTA - FEIRA

 

  • ATIVIDADE AVALIATIVA COM VALOR 2,0 PONTOS.
  • Formar os países;
  • Fazer a leitura silenciosa do texto, "Mapa muito intrigantes!;
  • Debater dentro do país as observações de cada integrante sobre o texto.
  • Elaborar um texto do país com as observações e opiniões sobre a "descoberta do Brasil" e a "descoberta da América.

 

Mapas muito intrigantes

Desde 1339, o nome Brasil aparece me planisférios. Os portugueses sabiam muito mais sobre as terras à oeste do que reconheciam publicamente. O país não foi descoberto por acaso. Os navegadores portugueses haviam estado aqui antes de 1500.

A verdadeira descoberta da América

Banido em 982 pelo Thing da Islândia, o arruaceiro Eric, o Vermelho, reuniu aventureiros e partiu em busca de uma ilha remota, avistada meio século antes. Descobriu-a, demarcou uma aldeia e voltou para trazer colonos. A ilha foi batizada d Grönland, “Terra Verde”, para atrair imigrantes para o investimento. Era a Groenlândia, gélida.

Em 1001, Leif Ericsson, filho de Eric, navegou para oeste e chegou ao nordeste do Canadá. Descobriu a América. Construiu cabana na Enseada de Meadows, no nordeste da província de Quebec para passar o inverno, e voltou à Groenlândia. Num outro esforço de marketing, batizou o local de Vinland, “Terra das Vinhas”. Em 1009, 250 homens fundaram uma colônia no Canadá. Foi abandonada após três anos de lutas com os nativos, chamados de skraelings, “homens feios”. Não ficou ninguém.

O mistério da origem do nome Brasil

Diz a tradição que o nome Brasil vem de pau-brasil, madeira cor-de-brasa. Mas a tradição é isuficiente quando se sabe que, desde 1339, o nome Brasil aparece em mapas. No Século XIV, os planisférios dos cartógrafos Mediceu, Solleri, Pinelli e Branco mostravam uma Ilha Brasil, sempre a Oeste dos Açores. O historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda acreditava que a origem do nome é uma lenda céltica que fala de uma “terra de delícias”, vista entre nuvens.

A primeira carta geográfica onde aparecem referências seguras ao Brasil real é o mapa de Cantino. Nele se podem ver papagaios, florestas e o contorno do litoral desde o norte até o sudeste. O trabalho foi encomendado pelo espião italiano Alberto Cantino, em 1502, a um cartógrafo de Lisboa e enviado ao seu senhor, o duque de Ferrara. É um mistério como ele foi feito. Afinal, as únicas viagens oficiais de espanhóis e portugueses ao Brasil até 1502 foram as de Vicente Pinzón, ao estuário do Amazonas, e Pedro Álvares Cabral, até onde hoje é a Bahia. Como explicar, então, a presença, na carta, do desenho do litoral desde Cabo Frio até o Amazonas?

Quem andou por aqui?

Fruto provável do suborno do cartógrafo, a se julgar pela conta salgada apresentada por Cantino ao duque, o mapa deixa claro que já havia conhecimento profundo das terras a oeste do Atlântico. Além de 4000 Km de litoral brasileiro aparecem no mapa a Flórida, a Terra Nova (hoje Canadá) e a Groelândia. Historiadores portugueses modernos, como Jorge Couto e Luciano Pereira da Silva, acham que Duarte Pacheco Pereira, o navegador que negociou Tordesilhas e autor do importante livre Esmeraldo de Situ Orbius, sobre as navegações portuguesas, escrito em 1505, deixou indicações de que esteve no Brasil. Teria visitado a costa do Maranhão e a Foz do Amazonas, em 1498, quatro anos depois de Tordesilhas. Mesmo assim há questões no mapa de Cantino não respondidas. A única certeza é que entre a versão e o fato agiam em sigilo os cavaleiros da Ordem de Cristo – cuja documentação jamais foi encontrada.

 

 

 

AULA 09 - 1° TRI - 18/03/22 - SEXTA-FEIRA

  • Avaliação sobre a Divisão Regional do Brasil segundo o IBGE com valor 4,0 pontos.

 

AULA 08 - 1° TRI - 16/03/22 - QUARTA-FEIRA

 

  • Região e Regionalização do espaço geográfico: análise da música "Que país é esse?"

 

 

 

 

AULA 07 - 1° TRI - 09/03/22 - QUARTA-FEIRA

  • Região e Regionalização do espaço geográfico

 

 

AULA 06 - 1° TRI - 25/02/22 - SEXTA-FEIRA

  •  Continuação da Formação dos países

 

 

AULA 05 - 1° TRI - 23/02/22 - QUARTA-FEIRA

 

  • Regionalização do Espaço Brasileiro e Formação dos Países do Planeta Menaltor. 

 

AULA 04 - 1° TRI - 18/02/22 - SEXTA-FEIRA

 

  • Continuação da apresentação do Planeta Menaltor.

 

 

AULA 03 - 1° TRI - 16/02/22 - QUARTA-FEIRA

 

  • Apresentação do Projeto Planeta Menaltor (Metodologias Ativas)

 

Princípios que constituem as metodologias ativas de ensino | Download  Scientific Diagram

 

 

"TER UMA IDEIA PARA MUDAR O MUNDO E COLOCÁ-LA EM PRÁTICA"

 

 

 

 

 

 

 

 

AULA 02 - 1° TRI - 11/02/22 - SEXTA-FEIRA

 

  • CONSTRUÇÃO E LEITURA DE GRÁFICOS (PLANO DE NIVELAMENTO) 

    OBJETIVOS DA AULA:
  • Analisar dados de gráficos de diferentes tipos;
  •  Organizar dados e informações em argumentos coerentes.

 

 

 

Custos urbanos, especialmente com moradia, comprometem renda das famílias -  LabCidade

 

Analise o gráfico ao lado e faça um texto com as informações sobre as despesas de consumo das famílias brasileiras. É importante agregar informações a partir de pesquisas sobre esses gastos nas famílias.

 

 

 

AULA 01 - 1° TRI - 09/02/22 - QUARTA-FEIRA

  • Apresentação da disciplina de Geografia.

 

PARA REFLETIR

 

QUAL É A PROPOSTA DE IR PARA A ESCOLA?

 

 

O QUE É FELICIDADE SEGUNDO O PROF. CLÓVIS BARROS FILHO? 

 

 

 

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz

 

 

  • Região e Regionalização do espaço geográfico

 

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